Empresas de criptos lançam produtos mais fáceis para atrair clientes

Reinaldo Rabelo, CEO da Mercado Bitcoin, que lança função mais simples no app.

A popularização do uso de criptomoedas por usuários não familiarizados com o tema passa por soluções amigáveis e sem complicações. Ciente disso, os players desse mercado se movimentam e trazem novidades. O Mercado Bitcoin, por exemplo, acaba de apresentar uma nova funcionalidade que possibilita compra e venda de ativos em, de acordo com a corretora, apenas três cliques no aplicativo.

Com 140 ativos disponíveis na plataforma, o cliente do MB terá que entrar no app, escolher o ativo, digitar o valor que deseja negociar (compra ou venda), confirmar e a transação estará concluída. Para Reinaldo Rabelo, CEO do Mercado Bitcoin, a facilidade é a palavra-chave para inserir mais clientes à nova economia digital, ou seja, criptos também. “Por isso, oferecemos funcionalidades práticas, que unem a experiência simplificada à possibilidade de investimento a partir de R$ 1, trazendo mais autonomia para novos investidores.”

Cartões e carteiras fáceis de acessar para clientes de criptos

A startup argentina Lemon Cash, que está se instalando no Brasil, vai oferecer ao aqui seus serviços que, segundo a empresa, são fáceis de usar. Portanto, um dos produtos é um cartão que opera com cripto e real até o final de junho. “Queremos que as pessoas comprem um coco na praia com cripto usando Pix”, disse o fundador e CEO da carteira ao Blocknews, Marcelo Cavazzoli. Além disso, o produto será integrado com o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central.

Na Argentina, o cartão cripto da Lemon Cash é da bandeira Visa. Além de permitir pagamentos em cripto e moedas fiduciárias (oficiais) – bitcoin, ethereum e USDT – dá 2% de cashback em bitcoin sobre as compras.

Outra iniciativa que possibilita que corretoras que não estão no Brasil operem por aqui e facilita o uso por pessoas é o Swapix. A Smartpay criou essa ferramenta para a troca de stablecoin (moeda estável) por real usando a API (Interface de Programação de Aplicações) do Pix.

Trata-se de uma ferramenta com foco em B2B e o primeiro cliente é a Bitfinex, que passa a oferecer acesso a clientes do Brasil usando a solução de forma exclusiva até agosto. “Isso é bankchain com blockchain”, afirmou o fundador e CEO da Smartpay, Rocelo Lopes, ao Blocknews. Mas, na ponta do uso, quem está é o usuário que quer mandar ou receber dinheiro por meio de uma corretora.

De acordo com Lopes, o Swapix faz a conexão entre as partes na transação. Hoje, as operações são pelo site da Smartpay, mas a nova versão deve ficar pronta em agosto e permitir transações pelo aplicativo do Pix.

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