Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

ConsenSys e conselho de mulheres negras em blockchain treinarão 500 mil

Foto: Shuttersnap

A ConsenSys, de soluções em blockchain, e o Black Women in Blockchain Council (BWBC), vão lançar, em 2022, um programa global para treinar 500 mil mulheres negras em blockchain. O objetivo é reduzir a clara falta de mulheres negras que criam códigos no ecossistema. A meta é para até 2030.

“A demanda para desenvolvedores em blockchain está crescendo com a normalização das criptomoedas. Estamos nos dedicando a posicionar as mulheres negras para atuar nessa nova onda. E assim, causar um efeito cascata de nova geração de riqueza nas famílias e comunidades”, disse Olayinka Odeniran, fundadora do BWBC.

De acordo com as instituições, em 2018, apenas 105 mil de 18 milhões de desenvolvedores de software focaram no desenvolvimento de blockchain. E desses, menos de 1% era da diáspora africana. E muito menos ainda são mulheres.

Para participar, as mulheres precisam se inscrever no link https://bwbc.io/blockchain/. Há uma taxa de inscrição de US$ 25 (cerca de R$ 125). Na primeira fase, os materiais serão apenas em inglês.

Em 2021, os usuários globai de critomopeda ultrapassam a marca de  100 milhões e os que estão na África ou são descendentes de afrianos também cresce rapidamente. Porém, apenas uma pequena fração de negros cria códigos e aplicativos para o sistema, de acordo com a Consensys e a BWBC.

“A diversidade precisa fazer parte do DNA desses sistemas para que realmente representem a sociedade global”, disse Scott Olson, director de integrações, parcerias e educação da ConsenSys.

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