Santander e Fundação Oxentia buscam startups que usam blockchain

Santander busca soluções de startups como DeFi, tokenização e segurança.

O Santander e a Fundação Oxentia lançaram na, última terça-feira (27), o Santander X Global Challenge | Blockchain and Beyond, para startups e scaleups que tenham soluções inovadoras usando a tecnologia. O desafio está aberto para 11 países, incluindo o Brasil, e a data de inscrição vai até o próximo dia 9 de junho.

As soluções devem ser escaláveis e terem foco na melhoria de privacidade e segurança em redes blockchain e no aumento do uso de finanças descentralizadas (DeFi) e tokenização. Além disso, devem aprimorar e expandir as interações digitais entre usuários por meio de conceitos como a Web3 e o metaverso. Isso é mais um sinal de como as instituições financeiras estão enxergando valor na tecnologia que Satoshi Nakamoto criou para o bitcoin.

O desafio é para startups que operam legalmente nos países e com receita anual de até US$ 300 mil (cerca de R$ 1,5 milhão). Outros requisitos são ter levantado de US$ 100 mil (R$ 500 mil) a US$ 1 milhão (R$ 5 milhões) e ter até 25 funcionários.

Já no caso das scaleups, além de operarem de fora lgal por ao menos dois anos num dos 11 países, devem ter receita anual de mais de U$ 300 mil (R$ 1,5 milhão). E ter, ainda levantado mais de US$ 1 milhão (R$ 5 milhões) e mais de 25 funcionários.

Startups e scaleups vencedoras participarão de comunidade do Santander

No dia 30 de junho, será o anúncio dos 20 inscritos que irão para a final. O pitch para um júri de especialistas internacionais e executivos do banco será no dia 7 de julho. No dia 14 é o anúncio dos vencedores. As três startups que vencerem o desafio ganharão, cada uma, 10 mil euros (cerca de R$ 55 mil), e as três scaleups vencedoras receberão, também cada uma 30 mil euros (em torno de R$ 165 mil).

Fora isso, as empresas vão ter acesso ao Santander X 100, a comunidade de startups do banco. Nela, há, por exemplo, aconselhamento, apresentação a clientes e treinamento. E apresentarão suas soluções ao Fintech Station, o time de open inovantion do banco espanhol. Assim como o Brasil, estão participando Alemanha, Argentina, Chile, Estados Unidos, Espanha, México, Portugal, Polônia, Reino Unido e Uruguai.

De acordo com Coty de Monteverde, responsável pelo centro de excelência de cripto e blockchain do Banco Santander, “ainda há um longo caminho para blockchain estar definitivamente no dia a dia das pessoas e empresas”. Mas, com o desafio, o banco tem acesso às soluções com a tecnologia.

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