Pix chegou a 39% dos pagamentos em 2023 e encostou nos cartões

Queridinho dos brasileiros, o Pix impulsionou as transações de pagamento no país em 2023. Cartões também cresceram, mas em menor ritmo. Enquanto isso, as operações com boletos e transferências interbancárias caíram no período. É o que mostram as Estatísticas de Pagamentos de Varejo e de Cartões no Brasil, publicadas pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira (4). 

Conforme os dados, houve uso intenso do Pix pela sociedade, com alta de 75%. No mercado de cartões, o pré-pago registrou a maior taxa de crescimento (36%), seguida por cartões de crédito (12%) e, na lanterninha, débito (5%). Esse último, aliás, é um dos mais impactados pelo avanço célere do Pix. Há um esforço, inclusive, da indústria de cartões para impulsionar a modalidade no ambiente online. 

Dá para notar, ainda, a evolução do sistema de pagamento instantâneo na participação de mercado. No ano passado, o Pix atingiu 39% das transações, ficando atrás apenas das operações com cartões (41%) — crédito, débito e pré-pago. Os boletos, por sua vez, viram o “share” cair de 7% para 5% na comparação com 2022. 

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