O Itaú fechou uma parceria com a OpenAssets, provedora líder de infraestrutura de ativos digitais, para casos de uso de tokenização e ativos digitais nos mercados de capitais. O foco é um caso de uso estruturado no piloto de tokenização da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
“Além de desenvolvermos nossas próprias capacidades, é fundamental estarmos próximos de quem está construindo e testando essa nova infraestrutura em outros mercados”, disse Guto Antunes, sócio e Líder de Ativos Digitais do Itaú em post no LinkedIn.
“A OpenAssets vem acompanhando de perto essa transformação nos Estados Unidos, inclusive trabalhando com a ICE, controladora da NYSE , em um momento em que vemos o mercado americano avançando em direção à negociação de ativos tokenizados e liquidação on-chain. Na Rede Open Capital Markets, queremos justamente trazer esses aprendizados para a realidade brasileira, ter casos de uso reais e ajudar a construir padrões que possam ser utilizados por todo o mercado”, completou.
O piloto da Anbima busca testar e padronizar o ciclo de vida de ponta a ponta, desde a emissão e negociação à liquidação de ativos dos mercados de capitais, como debêntures e fundos de investimento, em redes de Tecnologia de Registro Distribuído (DLT). Assim, a meta é trabalhar em tokenização de renda fixa e fundos de investimentos.
“A iniciativa da OpenAssets e do Itaú é projetada para explorar como ativos tokenizados podem ser emitidos, liquidados e geridos dentro dos arcabouços e padrões que as instituições financeiras exigem. O Brasil tem sido um dos mercados mais visionários em finanças e é um lugar natural para mover a tokenização da exploração para a produção”, disse Gabor Gurbacs, Chairman e CEO da OpenAssets.