A Bybit anunciou hoje (28) que terá uma equipe dedicada a atender os clientes do Brasil. É mais uma corretora estrangeira vindo para o Brasil. E a divulgação da informação acontece dois dias depois de um novo passo na regulamentação de criptomoedas no país. E veio acompanhada da informação de que o projeto inclui expansão na América Latina.
O exchange disse ainda que criou uma versão adaptada de sua plataforma, com produtos e serviços e adaptados à cultura de investimento local. O Brasil é hoje o quinto maior mercado do mundo, segundo estudo da Triple A e Binance. Isso porque tem 10 milhões de investidores em criptos, mais que o dobro dos investidores na B3, que tem cerca de 4 milhões.
A Bybit afirma ter cerca de seis milhões de usuários e movimentar em torno de US$ 10 bilhões em ativos digitais por dia. Sua fundação aconteceu em março de 2018 e acabou de mudar sua sede de Singapura para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (EAU), que quer ser hub global de criptos e blockchain.
A empresa também assinou, neste ano, um acordo com a Red Bull Racing que, segundo a equipe, é o maior patrocínio anual num esporte internacional. Ninguém confirmou o valor, mas os rumores são de que chegaram a US$ 150 milhões por um período de três anos.
De acordo com a corretora, seu serviço é do tipo destino único (one-stop-shop). Dentre os serviços há negociação à vista (spot) de compra e venda de criptomoedas, produtos de rendimento, incluindo investimentos em ativos duplos que geram rendimentos com percentual anual. Além disso, atua em tokens não-fungíveis (NFTs).
Neste início de operação, a empresa tem duas promoções. Uma delas é comprar criptos usando Pix a taxa zero. E de 1 a 14 de maio de 2022, os brasileiros que abrirem conta na corretora receberão um bônus de 50% em todos os depósitos feitos durante esse período da campanha. Mas há um limite do bônus de até R$ 300.