Das 250 maiores fintechs mais promissoras do mundo, 24 têm como principal atividade as criptomoedas, segundo o quinto levantamento anual da CB Insights sobre o assunto. Entre elas estão Binance, Anchorage, ConsenSys, FTX, Gemini, Paxos e Zero Hash. Os países onde constam como suas bases são Estados Unidos (EUA), onde está a maioria, Malta, Reino Unido, Índia, Bahamas, Ilhas Seychelles, França, Singapura e Israel.
O número de 2022 é menor do que o de 2021, quando a lista somava 28 empresas. Em 2020, no entanto, eram apenas 8 empresas que lidavam com criptomoedas ou blockchain. Metade delas são dos Estados Unidos (EUA) – BlockFi, Coinbase, SFOX e Symbiont. As outras eram a Ledger, carteira de criptos (França), MoneyTap, de transferência de dinheiro e co-desenvolvido pela Ripple e pela gigante japonesa do mercado financeiro SBI Holdings (Índia), Binance (Malta) e Blockchain (Reino Unido).
De acordo com o levantamento, 64% das 250 fintechs já apareceram em outras listas, sendo 144 no levantamento do ano passado e 16 em 2020. Portanto, apenas 90 apareceram pela primeira vez. Segundo a CB Insights, o número de novos vencedores é pequeno porque no passado, muitas fintechs faziam IPOs ou fusões e aquisições e perdiam o direito de estarem na lista. Agora, ficam mais tempo nas mãos privadas e dos fundadores, em especial com o cenário econômico global. E esse mesmo cenário está dificultando a vida de entrantes no segmento.
Do Brasil há nove fintechs: Creditas, CloudWalk, Ebanx, Warren, Agi, C6 Bank, Loft, QuintoAndar, IDTech e Unico. Considerando também as companhias da América Latina, a lista cresce para 15 players.