Mercado de Criptomoedas por TradingView

Criptos continuam mais conhecidas entre homens jovens

C6 tem como sócio o JP Morgan, que tem várias ações em criptos.

De cada 10 brasileiros das classes ABC com acesso à internet, 2 dizem não saber o que é criptomoeda, de acordo com uma pesquisa do C6 Bank/Ipec com 2 mil pessoas. A mostra ainda que 24% relatam que nunca investiram, mas consideram escolher essa opção no futuro e 19% dizem que nunca investiram e não confiam no produto. Além disso, esse é mais um estudo que mostra que as criptos são mais populares entre homens jovens. O C6 tem como sócio o JP Morgan, um dos bancos mais atuantes no ecossistema de blockchain e de criptoativos dos Estados Unidos (EUA).

Segundo o levantamento, 30% dos entrevistados ainda não têm opinião formada sobre criptomoedas. Além disso, 9% dos entrevistados disseram que já investiram e poderiam até voltar a investir em criptomoeda, dependendo do cenário. No entanto, 1% afirma que nunca mais investirá em cripto. Já 24% disseram que nunca investiram em criptos, “mas consideram escolher essa opção no futuro e 19% dizem que nunca investiram e não confiam em cripto”.

Das mulheres entrevistadas, 20% diz que desconhece as criptomoedas. Entre os homens, o percentual é de 14%. O nível de desconhecimento é de 27% no público com mais de 60 anos. Entre os jovens de 18 a 24 anos, o percentual é de 13%. Novamente, como mostram outros estudos, quanto mais sobe a faixa etária, menor é o conhecimento sobre criptomoedas. Assim, o investidor de cripto é mais jovem e com alta escolaridade. O potencial de adesão a esse tipo de investimento é maior entre homens e pessoas de 25 a 44 anos, faixa etária que corresponde a mais da metade do público que nunca investiu, mas que pode vir a fazê-lo no futuro. 

“Embora seja ligeiramente maior no Sudeste, a pesquisa não identificou uma diferença regional entre o público que já investiu e pode continuar investindo, a depender do cenário. O percentual de investidores é ligeiramente maior no interior que nas capitais e periferias”, diz o banco.

Os dados foram coletados entre 14 e 20 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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