Fintechs recorrem cada vez mais à IA para mitigar riscos e avançar em crédito

Por que será que big techs como a Apple vêm brigando pelo primeiro lugar no pódio da melhor inteligência artificial (IA)? Sim, a tecnologia tem 1.001 utilidades. Entre elas, alavancar um dos negócios mais rentáveis do mundo: o crédito. Não é à toa que a IA vem fomentando diversas parcerias entre techfins e instituições financeiras.

Ao analisar não apenas comportamentos passados, a IA consegue ser mais assertiva para ajudar a mitigar riscos (leia-se inadimplência) e avançar em crédito. Por tabela, incentiva mais concorrência, pois tem beneficiado principalmente fintechs e novos entrantes no mercado financeiro. Afinal, eles não têm um histórico tão extenso e robusto dos clientes quanto os bancos convencionais. Assim, acabavam ficando fora do jogo muitas vezes – e muitos clientes ficavam sem acesso a crédito também.

Os grandes bancos não abrem os seus números individualmente. Mas segundo estudo da Liga Ventures realizado em parceria com o iFood, existem hoje 772 startups explorando os recursos de IA no Brasil. Foram realizados 83 negócios entre janeiro de 2023 e fevereiro de 2024, que movimentaram cerca de R$ 1 bilhão. Dentre os segmentos com maior participação no montante total investido em 2023, destaca-se o de fintechs, com 68%.

“A tomada de decisão para oferta de crédito e para conhecer o cliente sempre foi amparada em dados analíticos. Agora, a IA permite escalar a quantidade de dados, conhecer, entender e qualificar o cliente”, afirma Daniel Grossi, cofundador e chief venture officer da Liga Ventures. 

Leia a reportagem completa no Finsiders Brasil, parceiro de conteúdo do Blocknews.

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