Bancos avançam em IA para cortar custos e aumentar base de clientes

Presidentes de bancos discutem IA.

Os bancos tradicionais brasileiros estão mais prontos do que nunca para surfar a onda da inteligência artificial (IA). Esse foi o recado dos presidentes de quatro dos cinco maiores bancos brasileiros (faltou só a do Banco do Brasil) na abertura do 34º Febraban Tech. E não pouparam exemplos para mostrar que avançam a passos largos no uso da tecnologia para cortar custos e ganhar a preferência dos clientes.

Apesar dos desafios éticos inerentes à tecnologia, ela foi apontada como a nova grande solução multiuso, de “possibilidades infinitas”. “A IA chegou na hora certa. Faz cinco anos que estamos investindo na modernização da nossa estrutura tecnológica, estamos com todos os nossos dados na nuvem e agora estamos em vantagem para surfar a IA”, diz Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco.

Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, a IA já encurtou o prazo da análise de propostas de crédito imobiliário de três dias para três horas, diz Carlos Vieira, presidente da Caixa. “Temos mais de 1,6 mil colaboradores usando em experiências nos departamentos de ouvidoria e jurídico, por exemplo”, revela o presidente do banco, Marcelo Noronha. “Também temos um piloto com 600 clientes usando Gen IA para testar o nível de resolutividade”.

Mario Leão, do Santander

“A AI Generativa vai ajudar os bancos a fazer tudo melhor e mais rápido, e com isso, ganhar a ‘principalidade’ do cliente”, diz Mario Leão, CEO do Santander Brasil.

De acordo com Isaac Sidney, presidente da Febraban, “o uso da IA na fidelização dos clientes, como base para tomada estratégica de decisão é fundamental para transformar a experiencia dos clientes e gerar novos produtos e serviços”, afirma.

Leia a reportagem completa em Finsiders Brasil.

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