XRP: CVM aprova primeiro ETF da cripto e Braza Bank desenvolverá stablecoin na rede da Ripple

CVM aprova ETF de XRP enquanto Ripple fortalece presença no Brasil
Imagem: CriptoFacil

Em dois movimentos que dão uma medida de a Ripple criar um ecossistema no Brasil, o Braza Bank anunciou o desenvolvimento de sua stablecoin BBRL atrelada ao real na blockchain XRP Ledger e a Hashdex e a Genial Investimentos teve o primeiro fundo de índice de bolsa (ETF) exclusivo de XRP do mundo aprovado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Silvio Pegado, representante da Ripple na América Latina, apontou que o XRP é uma escolha natural para um ETF como o Hashdex Nasdaq XRP Fundo de Índice devido à sua utilidade no mundo real, à demanda institucional e ao seu market cap geral. A cripto é uma das 10 com maior valor de mercado.

Enquanto isso, a SEC dos Estados Unidos reconheceu a proposta apresentada pela Cboe BZX Exchange em nome da Bitwise para listar e negociar cotas de um ETF spot de XRP. Com esse reconhecimento, a proposta foi publicada no Registro Federal, e a Comissão solicitou que o público envie comentários no prazo de 21 dias, abrindo a possibilidade de aprovação, reprovação ou necessidade de novos procedimentos.

Braza Bank e XRP da Ripple

Em relação à stablecoin BBRL do Braza Bank, será para clientes de varejo por meio do aplicativo Braza On. Marcelo Sacomori, CEO do grupo, afirmou que a instituição busca integrar o BBRL ao mercado secundário de criptoativos e participar ativamente do Drex, o real digital.

De acordo com Markus Infanger, vice-presidente sênior da empresa, o BBRL tem potencial para impulsionar pagamentos transfronteiriços e expandir soluções na América do Sul.

Criação de ecossistema

Mas se engana quem pensa que a estratégia de crescimento da Ripple no Brasil se limita a essas duas iniciativas. Afinal, a empresa já realizou uma parceria com a Unicâmbio, tradicional casa de câmbio portuguesa, que passou a utilizar a solução Ripple Payments para agilizar remessas entre Portugal e Brasil, seguindo o modelo similar já adotado pelo MB (parceiro da Ripple desde 2023).

A Unicâmbio espera reduzir custos e aumentar a velocidade das transações através dessa colaboração. Além disso, no Brasil, a Ripple mantém colaboração com o Travelex Bank desde 2022, consolidando uma rede que abrange 90 países.

Além disso, a empresa tem feito hackathons e incluído startups brasileira em seu programa de incubação em Paris, como a Trexx.

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