Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Blockchain e botão de pânico para mulheres avisarem que agressor está por perto

Rede blockchain para proteger mulheres de agressores. Foto: Tumisu, Pixabay.

A GoLedger fez um exercício de uma rede blockchain para evitar ataques a mulheres. A rede compartilha dados das vítimas e dos agressores com, por exemplo, órgãos de segurança e ONGs de proteção às mulheres.

Apesar de o sistema compartilhar dados, respeita-se a privacidade de cada mulher. A solução inclui um botão de pânico. Dessa forma, a vítima aciona o botão se o agressor estiver perto da vítima. Assim, avisa os serviços de defesa sobre o risco que estão correndo naquele momento.

Marcos Sarres, diretor-executivo da GoLedger, empresa de soluções em blockchain, demonstra a solução no vídeo abaixo.

Nesta segunda-feira (8), a BidWeb Security IT e a OriginalMy também lançam o site Posso Provar. Assim, mulheres poderão registrar provas digitais de violência. A Justiça já aceitou esse tipo de prova em processos.

Além disso, o Blocknews inicia a publicação da Corrente de Mulheres. Será uma série de entrevistas com mulheres do ecossistema blockchain.

Cada entrevistada escolherá e entrevistará a próxima a participar da série. A primeira é Liliane Tie, líder do Women in Blockchain (WiB) no Brasil.

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