TruBit e NG.Cash anunciam novidades com Pix

NG.Cash oferece cripto com Parfin. Imagem: BC.

O Pix tem sido uma das táticas que as plataformas de criptomoedas estão adotando para conquistar usuários e aumentar a frequência dos que já têm. Fácil de usar e com amplo alcance na população brasileira – utilizado até no exterior -, o sistema instantâneo de pagamentos entrou na operação também da TruBit, enquanto a NG.Cash passou de “Pix merchant” para participante indireto do sistema.

A adoção do Pix marca a entrada oficial da TruBit no Brasil e é um marco na estratégia de sua expansão, de acordo com a empresa. A plataforma tem operações no México, onde começou, Brasil, Argentina, Colômbia e Estados Unidos. “O Brasil abriga uma comunidade relevante de usuários de criptomoedas. Reconhecemos a importância do Pix como principal meio de pagamentos atualmente no país”, disse Maggie Wu, CEO da TruBit.

A TruBit tem volumes diários de negociação à vista de cerca de US$ 130 milhões e 155 criptomoedas. A plataforma tem dois produtos principais, a carteira TruBit e a TruBit Pro, uma exchange cripto. A TruBit tem um serviço OTC (Over-the-counter) para negociação de grandes volumes.

NG.Cash se adequa a regulação

No caso da carteira digital NG.Cash, que tem foco na geração Z, a startup anunciou que concluiu o período de transição estabelecido pelo Banco Central (BC), de oferta restrita de Pix. E passará a participante indireta do arranjo Pix por meio de uma conexão com o BTG Pactual, que é o participante direto. A carteira tem uma base de cerca de 1 milhão de pessoas. E começou a oferecer criptomoedas em julho por meio de parceria com a Parfin.

“Ser participante do arranjo Pix nos confere a possibilidade de consultarmos diretamente o Sistema de Pagamentos Instantâneos e indiretamente o Diretório de Identificadores de Contas Transacionais”, disse Petrus Ballhausen Arruda, cofundador e COO da NG.Cash, ao Finsiders, site parceiro de conteúdo do Blocknews. “Dessa forma, os usuários da NG.Cash agora podem cadastrar suas chaves personalizadas como as chaves CPF, e-mail e celular. Antes isso não era possível.”

Com a mudança, se adequou às resoluções 269 e 293, de dezembro de 2022 e março deste ano, respectivamente, que acabou com a modalidade “Pix merchant”. Essa expressão usada pelo mercado significa a terceirização que acontecia para a oferta de Pix na ponta. Agora, a empresa que quiser oferecer conta transacional precisa participar do arranjo Pix de forma direta ou indireta.

A empresa funciona como uma Instituição de Pagamentos (IP) não sujeita à autorização do BC. Isso porque não atingiu o volume financeiro necessário para ter a licença como instituição regulada. Além do Pix, a carteira digital oferece pagamento de boletos, cartão pré-pago com função crédito internacional bandeira Mastercard. A conexão entre pagamentos e criptomoedas está cada vez mais usual e, por isso, será tema de evento online do Blocknews e da Cantarino Brasileiro no próximo dia 16 de agosto.  

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