O programa Mulheres que Codam, iniciativa que forma mulheres de favelas e comunidades periféricas para atuação no mercado de tecnologia, estará na Expo Favela Rio de Janeiro 2026. O evento acontecerá no Museu do Amanhã amanhã (27) e a próxima segunda-feira (29). O programa terá um estande dedicado à apresentação do projeto, conexão com empresas e fortalecimento de parcerias estratégicas.
Um dos diferenciais do projeto está na incorporação de soluções tecnológicas também em seu modelo de sustentabilidade. Com DNA tecnológico, o Mulheres que Codam recebe doações por meio de infraestrutura blockchain. Para isso, tem o apoio da Stellar. Assim, amplia transparência, rastreabilidade e acesso a apoiadores. As contribuições podem ser realizadas por meio da plataforma oficial do projeto.
Mais do que uma iniciativa de capacitação, o Mulheres que Codam afirma ser é uma plataforma de transformação social. Isso porque conecta inclusão produtiva, educação tecnológica e acesso a novas economias digitais.
O programa oferece formação em áreas como programação, blockchain e tecnologias emergentes. Além disso, alia a parte técnica com o desenvolvimento de habilidades comportamentais e suporte para a permanência das participantes.
Expansão do Mulheres que Codam
A participação no Expo Favela RJ 2026 marca um novo momento de expansão e visibilidade da iniciativa, porque aproximará o projeto de empresas, investidores e organizações interessadas em iniciativas que unem impacto social e desenvolvimento econômico. Durante o ev
“Nosso objetivo é preparar mulheres para ocupar um mercado que ainda é pouco acessível para elas, especialmente quando falamos de periferias. Estar no Expo Favela é uma oportunidade de mostrar que já existem caminhos concretos para transformar essa realidade”, afirma Alessandra Caldeira, fundadora do Instituto Florescer Caldeira.
O mercado de tecnologia enfrenta escassez de profissionais qualificados, ao mesmo tempo em que a diversidade ainda é um desafio estrutural no setor. Assim, o Mulheres que Codam é uma ação que ajuda a reduzir esse gap ao formar talentos fora dos centros tradicionais, conectando inclusão social com empregabilidade e inovação.
Para a instituição, o objetivo vai além de formação técnica, ao construir de caminhos para inclusão no mercado de tecnologia e geração de renda em locais historicamente subrepresentados.