Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Brasil está atrás de maiores concorrentes agrícolas no uso de tecnologias emergentes

Apesar de ser um dos maiores produtores e exportadores agrícolas do mundo, o Brasil está atrás de seus principais concorrentes no uso de tecnologias emergentes. O risco disso é produzir menos e com menos eficiência para o consumo interno, além de perder mercado no exterior.

“Por incrível que pareça, não há um prontuário agronômico digital das propriedades agrícolas no Brasil, ou seja, não há histórico. A Embrapa não tem, os institutos agronômicos não têm, as universidades não têm. Há informações dissipadas, mas não integradas. Isso é erro gigantesco comparado à economia do agronegócio nos Estados Unidos (EUA), Europa, Austrália e África do Sul, que já tem um histórico de 40, 50 anos capturando esses dados nem que seja por apontamento, transformando isso em inteligência de dados, safra a safra, para mitigar riscos de crédio e praga de lavoura, por exemplo”, disse Eduardo Figueiredo, CEO da SBR Prime. A empresa usa tecnologias emergentes como blockchain e internet das coisas (IoT) no rastreamento e qualidade de grãos.

Figueiredo foi um dos participantes do 2º Meetup – Blockchain, IoT e Agronegócio, na terça-feira passada (17). O evento foi organizado pelo Blockmeet MT, organização que promove discussões sobre novas tecnologias em especial no Centro-Oeste do país, e que teve apoio do Blocknews.

Segundo ele, muitos contratos não são assinados por falta de conhecimento do produtor e empresas sobre a tecnologia. Com isso, os produtores e toda a cadeia deixam de ter acesso a dados que ajudam na tomada de decisões. “Nós temos que começar a pensar em sermos líderes em tecnologia e não só na produção”, completou Figueiredo.

Somos um dos maiores produtores agrícolas no mundo, em especial no Mato Grosso. Porque não sermos também produtores de tecnologia para o agronegócio?”, disse Rafael Martins, fundador do Blockmeet MT.

Sem fraudes no leite

Além de a tecnologia acabar com problemas como fraudes, também mostra evidências de higiene na produção e dá transparência ao consumidor final, afirmou Bernardo Madeira, CEO da empresa de soluções Interchains. “Isso pode ser aplicado em diferentes indústrias, como a do leite”, exemplificou.

Madeira demonstrou que o rastreamento pode ser feito e controlado por todas as partes desde o pedido de compra do leite até a indústria de laticínio, centro de distribuição e supermercado, com dados inseridos num QR Code. Ao final, isso significa prever o desempenho de toda a cadeia, o que é crucial para um negócio. “É a facilidade que a blockchain traz aos negócios”, afirmou.

Auditoria de gases de efeito estufa em 10 minutos

Também na parte de produção, é possível fazer a gestão de sustentabilidade, para que sejam emitidos certificados de energia renovável, como os CBIOs (Créditos de Descabonização) do programa RenovaBio, feito pelo governo federal para compensar a produção de combustível fóssil, e os Certificados de Energia Renovável (RECs). Além de ajudar o meio-ambiente, são ativos que geram renda para quem emite.

Com blockchain, uma das fases dessa gestão, a de auditoria da emissão de gases de efeito estufa pelas certificadoras, cai de semanas para horas. “Criamos um robô para que só o auditor pudesse fazer essa verificação. O auditor veio, fez e no final ele disse: ‘Não sei com te cobro, porque normalmente o custo é homem/hora e fiz em 10 minutos o que, em geral, a demora de uma a duas semanas'”, contou Adriano Nunes, Adriano Nunes, co-fundador da BlockC, empresa de gestão de sustentabilidade em plataforma blockchain.

“Isso é um grande valor que a tecnologia traz para a operação”, completou Nunes. Segundo ele, muitas vezes, quem vende um produto pode querer compensar o gás de efeito estufa emitido pelo fornecedor. É o caso de uma hamburgueria. Na carne, a emissão do gás acontece no pasto.

Recentemente, a empresa deu o suporte para queAssociação Brasileira do Agronegócio (Abag) fizesse sua primeira compra e aposentadoria de CBIO na B3. Cada CBIO representa 1 tonelada de C02 que não foi para a atmosfera e terá de ser comprado por distribuidoras de combustíveis fósseis, mais poluidores, para incentivar a produção dos menos poluentes. 

Blockchain of Things

Para Thelma Troise, CEO da comunidade Tudo sobre IoT, blockchain e IoT aumentam os resultados das soluções e com isso dão sustentabilidade às tecnologia. Também geram sustentabilidade ambiental, com melhor aproveitamento dos recursos naturais, e sustentabilidade econômica, como acontece com a criação de valor da semente (plantada) à semente (do alimento consumido) no agronegócio. “Podemos monitorar tudo”, afirmou.

IoT é uma das tecnologias mais associadas a blockchain. Aparelhos como câmeras, drones e tablets mandam dados que se encontram com a rede blockchain na cloud, diz Daniel Gennari.

Brasil não aparece em ranking de startups de IA mais promissoras do mundo

O Brasil é reconhecidamente um país criativo e aquele em que startups têm de sobreviver num cenário sem aparato legal e financeiro que incentive a inovação. Essa falta de apoio, que existe em outras economias, como Estados Unidos (EUA), China e Canadá, pode ser a explicação para o país não aparecer no 4º ranking anual da CB Insights das 100 startups mais promissoras do mundo em inteligência artificial (IA).

O ranking tem startups de 15 setores e 13 países. O diferencial delas é a capacidade de avançar na pesquisa sobre IA e chegar a aplicações para esses setores, segundo o CB Insights.

Chile é o único das AL

O Chile é o único país latino-americano da lista, com a NotCo, empresa que cria alimentos a base de plantas, como uma maionese feita a base de grão-de-bico. A startup já recebeu US$ 33 milhões (cerca de R$ 180 milhões) de investidores como a OSV, Kaszek Ventures, Bezos Expeditions, IndieBio e Maya Capital.

A líder do ranking é a chinesa 4Paradigma, que desenvolve soluções em IA para o setor industrial. Os investimentos anunciados pela empresa somam US$ 145 milhões (cerca de R$ 800 milhões). Os investidores foram Sequoia Capital China, Industrial and Commercial Bank of China, China Construction Bank, Bank of China, Genesis Capital.

Apesar de a 4Paradigma liderar o ranking, o país que mais tem startups na lista são os Estados Unidos, com 65 empresas. O Reino Unido tem 8 e Canadá e China, 7 cada um.

RKM faz primeiro registro do país de venda de imóvel na plataforma da Growth Tech

A RKM Engenharia, construtora de imóveis residenciais de Minas Gerais, registrou dois contratos de compra e venda de apartamentos em blockchain e por celular, primeira operação desse tipo no país. A operação foi feita pela Growth Tech, startup que desenvolveu uma plataforma focada nesse setor.

Em novembro, a RKM fará outro lançamento que também terá os contratos registrados em blockchain.

“Estamos investindo no seu processo de digitização (troca de estruturas físicas por digitais) e adotamos blockchain para ir além de escrituras e registros cartoriais”, afirmou ao Blocknews Ricardo Alfeu, CEO da empresa. “A tecnologia já provou seu potencial de unir segurança e privacidade com eficiência e muito mais economia”, completou o executivo.

“Esta operação foi um marco muito importante para todo ecossistema envolvido na transformação digital do mercado imobiliário. Provamos a viabilidade de uma compra e venda de imóvel sem papel e ainda imprimimos toda a segurança e sofisticaçao provida pela blockchain”, disse ao Blocknews Hugo Pierre, fundador e CEO da Growth Tech

Pelo celular

Com o uso do celular, o registro foi rápido e seguro, afirmou Pierre. A operação inclui a criação de identidades digitais das partes envolvidas na negociação, para uso da plataforma da startup, o que permite validar dados cadastrais e biométricos nas bases oficiais. Também é feita uma prova de vida.

A GrowthTech começou sua operação focando em serviços imobiliários, em especial, para os cartórios – não para tirá-los do mercado, mas para digitalizar, e em blockchain seus serviços. Tudo ia bem até que, neste ano, a Comissão Nacional de Justiça (CNJ) lançou um serviço de registro eletrônico e determinou que os cartórios devem utilizar apenas essa plataforma.

A decisão do CNJ acabou com o faturamento da startup, que teve que pivotar seu negócio e começou a trabalhar com foco nas empresas do setor imobiliário.

Webinar discute, hoje, rastreamento de grãos e lácteos com blockchain e IoT

Acontece hoje à noite o 2º Meetup Blockmeet MT – Blockchain, IoT e Agronegócio, que vai discutir o uso dessas tecnologias na cadeia do setor que responde por cerca de 22% da economia brasileira. Serão discutidos casos de uso da fazenda e transporte até a geração de certificados de energia renovável para compensação de emissão de carbono, lastreados na produção agrícola.

Thelma Troise, CEO da comunidade Tudo Sobre IoT, é a keynote speaker do evento. Daniel Gennari, fundador da comunidade Tudo Sobre IoT, falará sobre o uso integrado de blockchain e IoT, o que potencializa o uso dessas soluções. Eduardo Figueiredo, CEO da SBR Prime, mostrará a rastreabilidade de grãos com blockchain e IoT, o que já é um uso concreto no Brasil.

Bernardo Madeira, CEO da Interchains, apresentará como a cadeia de laticínios pode usar blockchain e Adriano Nunes, co-fundador da Block C, falará da geração e comercialização de certificados de energia renovável, algo que blockchain está permitindo fazer com mais segurança.

O evento é gratuito e as inscrições são feitas pelo Sympla, no link https://bit.ly/2XOlZyN

Rafael Martins, fundador do Blockmeet MT e Claudia Mancini, fundadora do Blocknews, serão os moderados do evento, que também é apoiado pela Faculdade de Tecnologia Senai Mato Grosso.

Estudo aponta que blockchain foi solução que mais sofreu corte de investimento na pandemia

Os investimentos em projetos com blockchain foram os que mais sofreram com a crise gerada pela pandemia da Covid-19, quando comparadas as tecnologias de mercados emergentes, segundo um estudo da KPMG e HFS Research com 900 executivos de TIC e negócios em 9 países.

Os investimentos nessas empresas somaram US$ 18 milhões (cerca de R$ 92 milhões) em março e abril e foram derrubados em 63% no bimestre seguinte, de maio a junho, para US$ 6,5 milhões (cerca de R$ 35,1 milhões).

Nos próximos 12 meses, 30% dos entrevistados acham que vão reduzir os investimentos em blockchain, mas 34% consideram que vão aumentar os valores. “A tecnologia saiu do momento hype e está se mostrando viável para resolver problemas como auditoria, segurança e confiança”, diz o relatório.

“A crise intensificou desafios anteriores de confiança e gerou outros novos. As lacunas visíveis de confiança em tecnologias emergentes como inteligência artificial (AI), blockchain e internet das coisas (IoT) continuam a ser barreiras de adoção significativas”, diz o responsável global por inovação da KPMG, Steve Hill.

Porém, a pesquisa também concluiu que as empresas com uma estratégia digirtal correta antes da pandemia se deram melhor na travessia dessa tormenta, com mais rapidez na retomada dos negócios.

Tecnologias emergentes e menos maduras sofreram mais com a pandemia. Fonte: KPMG e HSF Research.

A pesquisa cobre empresas com receita de mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,4 bilhões) nos setores de turismo, manufatura, varejo, energia, seguros, TIC, bancário e saúde, além de governos. Os países cobertos são Estados Unidos, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Holanda, Reino Unido, Índia e Japão.

Edge computing (61%), inteligência artificial (45%) e 5G (50%) são outras das tecnologias que tiveram redução expressiva na comparação entre o segundo e o terceiro bimestres do ano. Em comum, são soluções emergentes e com um horizonte mais longo.

As reduções foram bem menores em tecnologias mais maduras, que as empresas consideram que precisam ter e que trazem retorno sobre investimento (ROI) mais rápido. Isso inclui análises inteligentes (13%), processos de automação (21%) e nuvem híbrida ou multicloud (18%).

Rappi e Nubank são, de longe, as startups que mais receberam investimento de risco na AL

A Rappi, da Colômbia, e a brasileira Nubank são as startups que mais receberam capital de risco, o venture capital (VC), na América Latina e Caribe até hoje. E não só isso: o valores somado dos dois unicórnios corresponde a 80% do investimento nas 10 startups que mais atraíram capital de risco. A primeira recebeu US$ 1,4 bilhão (cerca de R$ 7,55 bilhões) e a fintech, US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 5,95 bilhões).

Os dados são do CB Insights, que considerou rodadas de investimentos de mais de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,4 milhões) que foram divulgadas. Segundo a empresa, desde 2009, mais de US$ 12 bilhões (cerca de R$ 64,8 bilhões) foram investidos em 1,8 mil operações na região.

O Nubank é o único brasileiro da lista de 10 startups mais investidas. A distância entre ele e a terceira colocada é enorme. A Argentina Uala , aplicativo de gerenciamento financeiro, recebeu US$ 194 milhões (R$ 1 bilhão).

Rappi e Nubank respondem por 80% dos investimentos nas 10 startups que mais atraíram VC. Tabela: CB Insights.

De acordo com números do mercado brasileiro do primeiro semestre, a pandemia do Covid-19 não freou o interesse dos VCs. Operações continuaram ocorrendo em valores totais significativos. Teve quem fechou negociações em andamento antes da pandemia e quem encontrou oportunidades para começar a olhar. Assim como acontece com outros segmentos de investimentos em empresas, como o de private equity, bons negócios surgem na crise.

O ano recorde de investimentos de venture capital na região foi 2019. A CB Insights diz que o total superou US$ 5 bilhões, enquanto a Lavca, associação de investidores na região, diz que foram US$ 4,6 bilhões. O Brasil tem 10 unicórnios e cinco deles surgiram no ano passado: EBANX, Gympass, Loggi, QuintoAndar, Wildlife Studios. Unicórnios são startups que ultrapassam o valor de US$ 1 bilhão (R$ 5,4 bilhões).

Mitsubishi usará blockchain no comércio internacional de metais e minérios

A Mitsubishi Corporation RtM Japan, braço de comércio de metais e minérios do Grupo Mitsubishi, vai desenvolver uma plataforma blockchain para o comércio de metais preciosos, junto com a Skuchain, empresa dos Estados Unidos de soluções nessa tecnologia para cadeia de suprimentos do comércio internacional.

Mineração é um setor bastante tradicional, ainda com muita digitalização a ser feita. A Uranium One, uma das maiores negociadores de urânio do mundo, é uma das empresas do setor que também decidiu usar blockchain para ganhar transparência nas vendas.

A Mitsubishi vai suar a solução EC3 da Skuchain, que gera e emite cobranças e confirmações de transações, além de permitir assinaturas digitais e o registro e manutenção dos dados em blockchain. Informações como preços podem ser mantidos confidenciais. Cada participante da rede decide o que quer mostrar.

A Mitsubishi começará a operar a rede com seus principais clientes e pretende inserir os outros numa fase posterior.

O Japão é o maior mercado da Sukchain.

Alchemy é oficialmente lançada; apoiadores incluem Stanford, fundador do LinkedIn e rapper Jay-Z

A Alchemy, plataforma de desenvolvimento de aplicações blockchain, foi oficialmente lançada hoje (11). As transações já chegaram a US$ 7,8 bilhões (cerca de R$ 64 bilhões) ao ano na versão beta da plataforma, que tem o suporte de instituições e pessoas de peso como a Stanford University, a Coinbase, John Hennessy, o chairman do Google, Reid Hoffman, co-fundado do LinkedIn, Charles Schwab, fundador do World Economic Forum (WEF) e até pelo rapper Jay-Z e o ator Will Smith.

A plataforma usa 70% dos principais aplicativos da Ethereum e é “self-service” para uso pelos desenvolvedores. A empresa acredita que vai ajudar a acelerar a criação e o uso de tokens e aplicativos financeiros para empresas, os DeFi.

Dos ativos transacionados, 60% estão em DeFi, o que significa US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 18 bilhões) de US$ 4,7 bilhões (cerca de R$ 30 bilhões). O grupo que já usou a Alchemy inclui Maker, Bacor, 0x, Kyber, Augur, Circle, MyEtherWallet, Dharma, Dapper Labs (Cryptokitties) e Splunk.

Segundo Roham Gharegozlou, CEO e um dos fundadores da Alchemy, a plataforma permite foco no desenvolvimento de códigos e não em infraestrutura. ‍

A Alchemy tem quatro produtos: Alchemy Supernode, focado em escalabilidade e velocidade, Alchemy Build , para realização de ferramentas para protótipos, ‍Alchemy Monitor , um dashboard para desenvolvdeores rastrearem o desenmpenho e o uso do aplicativo, e o Alchemy Notify, que emite alertas sobre transações.


Casos de uso de blockchain e IoT no agronegócio serão discutidos em webinar no dia 17

O uso de blockchain e internet das coisas (IoT) no agronegócio é o tema do webinar realizado pelo Blockmeet MT, empresa que promove ações focadas em blockchain e outras tecnologias emergentes, e a Faculdade de Tecnologia Senai Mato Grosso. O evento acontece na próxima segunda-feira (17) e vai discutir casos de uso em diferentes segmentos e partes da cadeia produtiva do agronegócio.

Os panelistas serão Eduardo Figueiredo, CEO da SBR Prime, que falará sobre rastreabilidade de grão, Daniel Gennari, fundador da comunidade Tudo Sobre IoT, que falará sobre internet das coisas no agronegócio, Bernardo Madeira, CEO da Interchains, que falará sobre o uso de blockchain no setor de laticínios e Adriano Nunes, co-fundador da Block C, empresa especializada em certificados de energia renovável e crédito de carbono e que usa blockchain na emissão desses ativos.

As inscrições são feitas na plataforma Sympla. O link é https://bit.ly/2XOlZyN

Rafael Martins, fundador do Blockmeet MT, e Claudia Mancini, fundadora do Blocknews, serão os moderadores.

Linux e Hyperledger lançam curso para desenvolvedores de soluções com Fabric

A Fundação Linux e a Hyperledger lançaram um novo curso desenvolvedores que querem aprender a criar soluções em blockchain para empresas com o Hyperledeger Fabric.

LFD272 – Hyperledger Fabric for Developers ajuda também os desenvolvedores a conhecerem as últimas modificações na plataforma, segundo Brian Behlendorf, diretor executivo da Hyperledger.

O Hyperledger é uma das plataformas mais usadas por empresas no mundo.

O valor do curso é de US$ 299 (cerca de R$ 1,5 mil) e US$ 499 (cerca de R$ 2,5 mil) para fazer o curso e o exame para certificação na plataforma. Nas duas opções é dado acesso ao curso por um ano. Inscrições são feitas neste link.