Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Mitsubishi usará blockchain no comércio internacional de metais e minérios

A Mitsubishi Corporation RtM Japan, braço de comércio de metais e minérios do Grupo Mitsubishi, vai desenvolver uma plataforma blockchain para o comércio de metais preciosos, junto com a Skuchain, empresa dos Estados Unidos de soluções nessa tecnologia para cadeia de suprimentos do comércio internacional.

Mineração é um setor bastante tradicional, ainda com muita digitalização a ser feita. A Uranium One, uma das maiores negociadores de urânio do mundo, é uma das empresas do setor que também decidiu usar blockchain para ganhar transparência nas vendas.

A Mitsubishi vai suar a solução EC3 da Skuchain, que gera e emite cobranças e confirmações de transações, além de permitir assinaturas digitais e o registro e manutenção dos dados em blockchain. Informações como preços podem ser mantidos confidenciais. Cada participante da rede decide o que quer mostrar.

A Mitsubishi começará a operar a rede com seus principais clientes e pretende inserir os outros numa fase posterior.

O Japão é o maior mercado da Sukchain.

Alchemy é oficialmente lançada; apoiadores incluem Stanford, fundador do LinkedIn e rapper Jay-Z

A Alchemy, plataforma de desenvolvimento de aplicações blockchain, foi oficialmente lançada hoje (11). As transações já chegaram a US$ 7,8 bilhões (cerca de R$ 64 bilhões) ao ano na versão beta da plataforma, que tem o suporte de instituições e pessoas de peso como a Stanford University, a Coinbase, John Hennessy, o chairman do Google, Reid Hoffman, co-fundado do LinkedIn, Charles Schwab, fundador do World Economic Forum (WEF) e até pelo rapper Jay-Z e o ator Will Smith.

A plataforma usa 70% dos principais aplicativos da Ethereum e é “self-service” para uso pelos desenvolvedores. A empresa acredita que vai ajudar a acelerar a criação e o uso de tokens e aplicativos financeiros para empresas, os DeFi.

Dos ativos transacionados, 60% estão em DeFi, o que significa US$ 2,8 bilhões (cerca de R$ 18 bilhões) de US$ 4,7 bilhões (cerca de R$ 30 bilhões). O grupo que já usou a Alchemy inclui Maker, Bacor, 0x, Kyber, Augur, Circle, MyEtherWallet, Dharma, Dapper Labs (Cryptokitties) e Splunk.

Segundo Roham Gharegozlou, CEO e um dos fundadores da Alchemy, a plataforma permite foco no desenvolvimento de códigos e não em infraestrutura. ‍

A Alchemy tem quatro produtos: Alchemy Supernode, focado em escalabilidade e velocidade, Alchemy Build , para realização de ferramentas para protótipos, ‍Alchemy Monitor , um dashboard para desenvolvdeores rastrearem o desenmpenho e o uso do aplicativo, e o Alchemy Notify, que emite alertas sobre transações.


Casos de uso de blockchain e IoT no agronegócio serão discutidos em webinar no dia 17

O uso de blockchain e internet das coisas (IoT) no agronegócio é o tema do webinar realizado pelo Blockmeet MT, empresa que promove ações focadas em blockchain e outras tecnologias emergentes, e a Faculdade de Tecnologia Senai Mato Grosso. O evento acontece na próxima segunda-feira (17) e vai discutir casos de uso em diferentes segmentos e partes da cadeia produtiva do agronegócio.

Os panelistas serão Eduardo Figueiredo, CEO da SBR Prime, que falará sobre rastreabilidade de grão, Daniel Gennari, fundador da comunidade Tudo Sobre IoT, que falará sobre internet das coisas no agronegócio, Bernardo Madeira, CEO da Interchains, que falará sobre o uso de blockchain no setor de laticínios e Adriano Nunes, co-fundador da Block C, empresa especializada em certificados de energia renovável e crédito de carbono e que usa blockchain na emissão desses ativos.

As inscrições são feitas na plataforma Sympla. O link é https://bit.ly/2XOlZyN

Rafael Martins, fundador do Blockmeet MT, e Claudia Mancini, fundadora do Blocknews, serão os moderadores.

Linux e Hyperledger lançam curso para desenvolvedores de soluções com Fabric

A Fundação Linux e a Hyperledger lançaram um novo curso desenvolvedores que querem aprender a criar soluções em blockchain para empresas com o Hyperledeger Fabric.

LFD272 – Hyperledger Fabric for Developers ajuda também os desenvolvedores a conhecerem as últimas modificações na plataforma, segundo Brian Behlendorf, diretor executivo da Hyperledger.

O Hyperledger é uma das plataformas mais usadas por empresas no mundo.

O valor do curso é de US$ 299 (cerca de R$ 1,5 mil) e US$ 499 (cerca de R$ 2,5 mil) para fazer o curso e o exame para certificação na plataforma. Nas duas opções é dado acesso ao curso por um ano. Inscrições são feitas neste link.

IBM e S4, plataforma geoespacial, fecham parceria para rastrear produtos agrícolas

A IBM e a S4, empresa de dados agrícolas com base em imagens de satélite, fecharam parceria para combinar os serviços do IBM Food Trust, serviço de rastreamento de alimentos usando blockchain, e da plataforma geoespacial S4Go®.

A S4 é argentina e tem escritórios no Brasil e nos Estados Unidos. A Ambev é um de seus clientes.

A S4 vai usar dados da The Weather Company, que é da IBM desde 2016, para gerar informações sobre o impacto do clima na produção agrícola e isso será compartilhado no IBM Food Trust. Isso deve ajudar no planejamento da produção e na rastreabilidade de produtos, segundo a S4.

Outros membros da cadeia do agronegócio podem se conectar à plataforma, como bancos, para gerenciamento de carteiras de crédito.

Associação do agronegócio usa blockchain para compensar combustível fóssil

A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) utilizou blockchain para fazer sua primeira compra e aposentadoria de Créditos de Descarbonização (CBIO) na B3. Cada CBIO representa 1 tonelada de C02 que não foi para a atmosfera e terá de ser comprado por distribuidoras de combustíveis fósseis, mais poluidores, para incentivar a produção dos menos poluentes. Esse é um mercado que pode crescer de forma acelerada nos próximos meses e no qual blockchain é uma solução eficiente.*

A Abag não é obrigada a fazer a compra, mas adquiriu 55 para neutralizar a emissão de gases de efeito estufa gerada, por exemplo, em viagens de membros da associação.

O mercado desses certificados deve crescer neste ano, porque a obrigação de compensação de venda de produtos como gasolina e diesel será contabilizada a partir de 2021, com base nas vendas de 2020. Com isso, pode-se criar um mercado primário estimado em R$ 700 milhões.

A operação aconteceu na sexta-feira (31) e ajuda a promover um mercado que passa pelo agronegócio, com os biocombustíveis.

Plataforma Block C

O processo foi estruturado pela Block C, empresa criada em 2019 e focada em soluções para compensação e neutralização de crédito de carbono. Isso inclui a criação, negociação e rastreamento de ativos ambientais como CBIOs, Reduções Certificadas/Verificadas de Emissões (RCE/RVE) e os Certificados de Energia Renováveis (RECs).

A Abag usa a plataforma criada pela Block C, que pode ser usada por outras empresas também, criando um ecossistema. Adriano Nunes, sócio da empresa, disse ao Blocknews que o processo da Abag foi feito da lavoura à B3 e aposentadoria do certificado. Quando o emissor do certificado consegue a aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biodiesel (ANP) para emitir o certificado, a Block C inicia a geração do ativo digital.

O CBIO é tokenizado, é feita escrituração da compra pela StoneX e a auditoria da neutralização pela SGS Sustentabilidade. Depois, segue para a B3 para registro e pode ser comercializado ou aposentado. No caso da Abag, foi aposentado, ou seja, não será vendido e vai valer para compensar sua emissão de gases de efeito estufa.

Plataforma Hyperledger Fabric

Blockchain foi escolhida para os processos da Block C porque cria ecossistemas de membros que precisam ter confiança dos dados compartilhados. Um banco de dados exigiria um controle centralizado, com políticas de governança que não seriam suficientes para eliminar toda a desconfiança entre os participantes, disse Eduardo Terzariol, gerente sênior técnico da Logicalis, parceira da Block C nos projetos. “Blockchain se encaixou como uma luva”, completou.

Mas há um ganho de tempo, diz Nunes, porque a plataforma sistematiza o processo, permite o compartilhamento das informações entre os participantes e substituiu os processos manuais.

A plataforma usada é a Hyperledger Fabric. No caso da Abag, a capacidade de transação por segundo da plataforma não é um problema, porque a demanda maior não é por operações muito rápidas, em tempo real. O que conta são outras funcionalidades, como o uso simultâneo por vários participantes, afirmou Terzariol.

Outro ponto que pesou na escolha da Hyperledger foi a maior facilidade de encontrar especialistas nessa plataforma, disse o gerente da Logicalis. Há alguns anos, a empresa chegou a usar a Quorum, do JP Morgan, mais difícil de achar especialistas.

O custo de uso da plataforma para um membro com um volume pequeno de certificados é de R$ 2 mil a R$ 4 mil ao ano. Esse valor inclui inventário, escolha de ativos, certificação e emissão.

Um mercado para blockchain

“Estamos vendo o nascimento de um ativo novo”, afirmou Nunes. E há muito espaço aí para blockchain. Segundo a B3, a projeção do governo de que as distribuidoras terão de comprar 14 milhões para compensar a venda de combustível fóssil deste ano vai acelerar esse mercado.

As negociações de CBIOs na B3 começaram no final de abril, mas o volume ainda é pequeno, alcançando até agora cerca de 145 mil certificados. O valor dos certificados, hoje, é de em média R$ 20 (por volta de US$ 4). Mas as usinas esperam que chege a R$ 50 (em torno de US$ 10). Ou seja, se esse valor for confirmado, seria um mercado primário de R$ 700 milhões.

No caso do certificado tokenizado, a intenção da Block C é enviar, no futuro, o certificado já digitalizado para a B3 por meio de uma carteira digital. Outro ponto ainda pendente na digitalização do processo é a aposentadoria do certificado.

A empresa aguarda receber da B3 o comprovante de aposentadoria dos CBIOs da Abag para saber como isso será feito pela bolsa. “A B3 nunca fez isso porque ninguém nunca aposentou ou neutralizou CBIOs”, completou Nunes.

“Estamos trabalhando para ter uma solução em blockchain para isso também”. Com isso, ficarão registradas a transação e a aposentadoria em blockchain com o uso de hashes. A aposentadoria de certificados na plataforma deve ser possível até o final do ano.

O que pode surgir também é um mercado secundário de CBIOs, diz o sócio da Block C. Isso porque empresa podem comprar só para fazerem dinheiro, tentando vender mais caro quando as distribuidoras correrem atrás dos certificados para baterem suas metas.

Esse mercado secundário também interessa à empresa, que começou pensando em oferecer serviços desde o pedido de certificação, mas percebeu que boa parte dos emissores, as usinas de biocombustíveis, já fazem isso sozinha.

Biogás e Anjos do Brasil

Novos projeto, similares ao da Abag, incluem a Anjos do Brasil. O aeroporto de Viracopos (Campinas, SP) foi o primeiro a usar a plataforma da Block C, para 40 mil RECs, certificados de energia renovável, no primeiro semestre de 2019.

Nunes afirmou que a empresa está criando módulos que devem se conectar. Além do negócio B2B, a empresa criou a ZCO2, uma plataforma para B2C que funciona como um programa de fidelidade. Quem emite créditos de carbono vende para cidadãos que querem incentivar a economia sustentável. Em troca, ganham pontos para usarem nas empresas parceiras do projeto. A 99 em Manaus fez parceria. Tudo em blockchain. A ZCO2 nasceu antes da plataforma B2B, mas ainda é um MVP tentando se provar, disse o sócio.

No final, o que a Block C quer é conectar diversos ecossistemas e suas plataformas.

A empresa tem 6 funcionários e trabalha em parceria com a StoneX e a Logicalis. Imagina que pode chegar superar a meta de faturamento de R$ 1 milhão em 2020 com o desenvolvimento do mercado de CBIOs.

O CBIO é parte do RenovaBio, a Política Nacional de Biocombustíveis que faz parte do compromisso do Brasil feito na COP-21 para reduzir a emissão de carbono no setor de combustíveis e aumentar o uso de bioenergia na matriz energética brasileira para cerca de 18% até 2030.

*Errata: O CBIO não equivale a 1 tonelada de biocombustível, como informado anteriormente. Correção feita às 21h13.

Ethereum faz 5 anos com lista respeitável de empresas como usuários

Das mãos, ou melhor, da mente de um rapaz de 19 anos, saiu uma das mais conhecidas plataformas blockchain do mundo e que ontem (30) completou 5 anos. Vitalik Buterin, russo-canadense, já era um apaixonado por bitcoin, quando lançou um whitepaper para uma nova solução descentralizada. Isso foi em 2013. Em 2014, ganhou uma bolsa e se dedicou só a isso. E em 2015, com outros parceiros, implantou a Ethereum.

Com suas características que resolvem diversos problemas para as empresas, como os smart contracts (contratos inteligentes), e aceita aplicativos financeiros (decentralized finance, os DeFis), a plataforma ganhou empresas como usuárias, além de usuários da sua cripto Ether.

Segundo um artigo da Consensys, empresas de soluções blockchain de Joseph Lubin, um dos fundadores da Ethereum, a lista de empresas que usam blockchain inclui 32 das que estão na Forbes Blockchain 50, um agregado de quem tem receita de pelo menos U$1 bilhão ao ano ou é avaliada em mais de US$ 1 bilhão.

A lista de usuários tem de tudo, de bancos a empresas do agronegócio. A Depository Trust & Clearing Corporation, que processa transações avaliadas em cerca de US$2 quadrilhões ao ano (algo como a bagatela de R$ 12 quadrilhões) também anunciou que vai testar um protótipo testar um protótipo com Ethereum para gerenciamento de ativos, diz a Consensys.

Numa live para falar do aniversário, Ken Seiff, que investiu na ideia que nem todo mundo acreditava, disse que neste ano a plataforma ganhou uma segunda vida.

O motivo é o boom dos DeFis, que permitem, por exemplo, empréstimos em cirptomoedas. Há um valor equivalente a bilhões de dólares de criptomoedas em produtos financeiros baseados na Ethereum, completou.

A rede também está conseguindo se sair bem na disputa entre sua moeda Ether e Bitcoin. Na semana passada, a Ethereum superou a Bitcoin como plataforma com mais valor de transações por dia. Isso inclui de Ether (ETH) e tokens.

Nada mal para algo que começou desacreditado por muito gente.

Alibaba e China lideram rankings de patentes de blockchain pedidas e concedidas

A Alibaba (Alipay) foi a empresa que mais pediu patentes para soluções blockchain entre janeiro e junho de 2020, com 1.457, número quase igual ao do mesmo período de 2019, quando foram 1.505. As também chinesas Tencent (serviços de internet) e Inspur (cloud) vêm em seguida no ranking, com 872 e 274 pedidos, respectivamente.

Os números são de um relatório do site sobre propriedade intelectual IPR Daily e do incoPat Research Center for Innovation Index, ambos da China. Considerando as 100 primeiras posições, foram 5.889 pedidos, dos quais 46% de empresas chinesas.

A Alibaba também é a empresa com mais patentes concedidas desde 2014, quando esse movimento começou. Foram 212 de um universo de  3.924 patentes. Isso é mais uma confirmação de que o governo da China não está brincando quando diz que quer ser hub global de blockchain, incentivando o uso na esfera pública e privada e investindo em centros de pesquisa.

Pedidos feitos

A primeira empresa não chinesa que aparece na lista de pedidos de patentes é a IBM, com 251 patentes, no quarto lugar, seguida pela nChain, do Reino Unido, com 250. Depois disso, só na 10ª posição aparece outra não chinesa, a alemã Siemens, com 99.

O “Ranking Global de Patentes de Invenção de Blockchain para Empresas Globais do Primeiro Semestre de 2020” mostra que atrás da China (bem atrás) na lista das 100 empresas que mais fizeram pedidos de patentes, outros países que se destacaram foram os Estados Unidos (25%), Coréia do Sul e Japão (ambos com 7%), Alemanha (5%) e Suécia (2%). Nenhuma empresa brasileira aparece nessa lista.

Pedidos aceitos

A primeira patente foi dada em 2014 e o número de concessões começou a acelerar em 2017, quando as empresas também descobriram a tecnologia, segundo estudo da Derwent Innovation, empresa de pesquisa sobre propriedade intelectual. Só em 2019, foram 1.799 . Neste ano, até maio, foram 1.257, o que indica que 2020 pode superar o ano passado.

No ranking das patentes concedidas desde 2014, a IBM está em segundo lugar, com 136, e a sul-coreana Coinplug está na terceira posição, com 107. Nesse grupo, os Estados Unidos lideram com 39%, seguido por Coréia do Sul (21%) e China (19%). Entre as empresas que mais ganharam patentes e que não são chinesas estão Accenture, Bank of America, NChain e Mastercard.

Aliança de grandes empresas de blockchain criará padrão para token de crédito de carbono

InterWork Alliance (IWA), instituição fundada por empresas e governos do mundo blockchain no mês passado para promover o uso de tokens, decidiu incentivar o uso desses ativos em negócios sustentáveis. A decisão acontece em meio a um movimento global de maior cobrança por políticas de preservação do meio ambiente e de negócios sustentáveis.

Para isso, a IWA anunciou, hoje (29), a criação do Grupo de Trabalho de Negócios Sustentáveis. O grupo vai criar padronizações e um programa de certificação com foco nesse segmento e será formado por empresas como Microsoft, R3, Accenture, Nasdaq e a Climate Chain Coalition.

Os tokens vão representar a posse de direitos de carbono e, sendo digitais, poderão ser negociados em diferentes plataformas. A ideia é criar padrões para tokenização, extensões contratuais, fluxos de trabalho e funções analíticas para emissão de gases de efeito estufa e para compensações. O foco principal será em arquiteturas de mercado voluntários e numa fase posterior, os mercados regulados.

“A tokenização pode simplificar e reduzir de forma significativa o número de intermediários, papéis e trabalho envolvido na troca, conversão, reconversão de certificados de carbono e gerenciamento de um sistema global de contabilidade de redução de carbono”, diz a aliança em um comunicado.

Faltam soluções simples

As empresas que querem adotar medidas relacionadas a mudanças climáticas não encontram soluções simples para o registro confiável dos resultados de ações, diz a IWA. Para consumidores e investidores, isso coloca em xeque a confiança nessas ações, já que cobram resultados confiáveis

A aliança acredita que ao criar um padrão agnóstico em relação às tecnologias existentes para a tokenização de emissões e compensações, junto com requisitos contratuais para operar com esses tokens, poderá aumentar de forma significativa a implementação e a integração de mercados de carbono.

Mais sobre a aliança no blog Standardizing Sustainability – How the IWA Will Make This Happen 

Haverá um webinar sobre o tema: Unlocking the Business of Sustainability Through Tokenization 

Chegou agora a blockchain? Então corra para entender o uso da tecnologia

Para quem está chegando agora ao mundo da tecnologia blockchain, o ideal é fazer uma pesquisa do que aconteceu nos últimos anos para ver o que funcionou e ganhar tempo. “A gente tem uma janela de tempo se estreitando com a pandemia”, disse Liliane Tie, consultora e community builder da Women in Blockchain Brasil, em evento da Rede Brasileira de APL’s de TI.

Com as demandas online criadas pela pandemia, espera-se uma aceleração em projetos digitais. E quem sabe isso pode chegar até ao processo de reembolso de consultas médicas, que levam tempo com as checagem de dados. Nayam Hanashiro, diretor de Alianças na América Latina da R3, afirmou que esse é um dos casos em que a confiança de blockchain pode ser usada.

O vídeo do webinar está em https://www.youtube.com/watch?v=W7CfiS_YAGA&feature=youtu.be