Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Vivo e Santander implantarão em mais países redes blockchain que operam no Brasil

Empresas mantêm centros de desenvolvimento de tecnologia blockchain.

A Vivo vai expandir para mais países sua rede blockchain para monitoramento da cadeia de suprimentos de routers, que foi implantada no Brasil. A rede monitora desde os fornecedores dos centenas de componentes dos routers, que são chineses, até a instalação final na casa do cliente. A blockchain está em produção e registra mais de 2 milhões de movimentos do processo ao ano

“Podemos ver até os problemas dentro da equipe. Um router tem até 300 peças e podemos saber qual está ruim e sua procedência. Utilizamos os dados para melhorar os processos. Baixaram as queixas dos clientes e os custos da empresa”, afirmou Christoph Steck, diretor de Políticas Públicas e Internet da Telefónica na Espanha, durante a II Jornada Blockchain Economía, realizada pelo hub espanhol de informações Blockchain Economía, parceiro do Blocknews.

Durante o evento, o Santander também informou que o One Pay Câmbio, serviço de transferências internacionais em blockchain que já opera em seis países, incluindo o Brasil, será estendido para o México.

A cobertura completa sobre a expansão dos serviços da Vivo e do One Pay e sobre seus laboratórios para desenvolvimento de soluções em blockchain está no Blockchain Economía e o painel pode ser visto no vídeo abaixo.

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