Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Educação e falta de políticas de diversidade afastam mulheres da criptoeconomia

Mulheres tendem a investir em produtos que conhecem. Foto: Pixabay.

Por que as mulheres ainda são uma fatia tão pequena no grupo de investidores em criptomoedas? Por que o mesmo acontece nos ambientes de trabalho desse segmento? E o que as corretoras e empresas precisam fazer para atrair esse público?

Para a primeira pergunta, uma das respostas é educação. Mulheres investem, em boa parte, naquilo que conhecem. Como o uso de criptos começou, principalmente, com os gamers e cypherpunks, a maioria deles homens, esse perfil foi se estendendo dessa forma.

Para a segunda pergunta, podem reduzir o gap as políticas de maior diversidade nas empresas e também educação nas escolas e em casa, que mostrem às meninas que STEM (ciências, tecnologia, engenharia e matemática) também são assunto de mulheres..

Esses temas foram discutidos na live “Por que somente 15% é a fatia do público feminino na criptoeconomia?”, organizada pela plataforma de comercialização de criptos Monnos, nesta semana, com a participação de Rodrigo Ubaldo, CEO e co-fundador da plataforma, e esta editora do Blocknews. A live pode vista na íntegra no vídeo abaixo.

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