Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Sppyns inclui no portfolio fundos que operam com Tether e BRZ

Empresa opera na Suíça, onde regras incentivam empresas de criptos.

A Sppyns, plataforma que faz a ponte entre gestores de criptoativos e investidores, passou a oferecer dois produtos que operam com a stablecoins Tether (USDT), lastreada em dólar, e a BRZ, lastreada em reais.

A Sppyns está baseada na Suíça, onde há regras mais abertas para negócios com criptoativos.

O SIAS Total Capital Protection, segundo a empresa, tem foco em investidores mais conservadores, já que é lastreado no dólar. A estratégia aloca 40% dos tokens em ouro, 40% em dólar e 20% em bitcoin. O aporte mínimo é de USDT 2.000 (R$ 11.160 na cotação desta quinta-feira, 24, 19h47). Nos últimos 12 meses, a rentabilidade acumulada é de 9,68% em dólar.

Segundo Eduardo Cavendish, chefe de investimentos da Sppyns, essa é uma opção para quem se preocupa com a volatilidade e ao mesmo tempo quer estar exposto aos bitcoin, cuja cotação subiu neste ano.

O outro produto é o fundo Mercurius Brazil Fund, da Mercurius Crypto. “Mesmo em períodos de crise global ou em grandes movimentos negativos do bitcoin, esse produto não sofreu grandes perdas. A rentabilidade anual é de 8,71% e aporte mínimo é BRZ 6.000 (R$ 6.300,00 na cotação desta quinta-feira, 24, 19h47).

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