Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Starbucks passa a informar clientes sobre origem do café rastreado com blockchain

É possível saber procedência do grão e onde foi torrado.

A Starbucks começou ontem (25) a dar informação aos clientes dos Estados Unidos (EUA) sobre a procedência do café que estão tomando. Com um QR code é possível saber de onde vêm os grãos e onde foram torrados. Esse rastreamento é feito com blockchain.

Os produtores dos grãos também poderão rastrear onde foram parar seus produtos.

A Microsoft forneceu a solução.

A vice-presidente sênior de vendas de café e chá da Starbucks, Michelle Burns anunciou no Twitter da empresa que isso gera confiança dos consumidores na empresa.

Os mais jovens e a geração do milênio aceitam pagar um valor mais alto por produtos sustentáveis, o que levou a um aumento de torradores artesanais, disse a executiva. Essa pressão por produtos sustentáveis é cada vez maior.

Pagamento em bitcoin

No ano passado, a empresa anunciou que testaria, final do primeiro semestre de 2020, o pagamento de café com bitcoin. O projeto é uma parceria com a Intercontinental Exchange. Sobre isso, a empresa não deu nenhuma informação nova.

Espera-se que esse tipo de rastreamento de alimentos por grandes empresas gere também pagamentos mais altos aos produtos, já que é possível diferenciar com certeza quem vendeu o que. Alguns projetos sociais trabalham para isso.

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