Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

ONGs premiarão mulheres em segurança cibernética, o que inclui blockchain

Vagas em segurança cibernética crescem sem parar.

A Latam Women in Cybersecurity (Womcy) e a Women in Security & Resilience Alliance (Wisecra) vão premiar juntas, pela primeira vez, as mulheres que se destacaram em segurança da informação na América Latina. As indicações para o “Top Women in Cybersecurity” serão abertas no próximo dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher.

O prêmio busca reconhecer uma ala pouco representada no segmento de segurança cibernética. Apenas 8% das mulheres que trabalham em tecnologia na região estão focadas em segurança cibernética, segundo a Organização dos Estados Americanos (OEA). Dentro desse percentual, a fatia de mulheres atuam também com blockchain é certamente ainda muito pequeno. Exige um bom esforço encontrá-las no mercado brasileiro.

A presidente da Womcy, Leticia Gammill, e a coordenadora internacional da Wisecra, Bonnie Butlin, vão liderar a eleição, que terá um painel de juízes da comunidade latino-americana de segurança cibernética.

As duas instituições informaram que detalhes sobre o prêmio serão revelados nas próximas semanas.

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