Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

WEF lança guia para bancos centrais que avaliam lançar moedas digitais

Brasil se inclui em grupo de países que estudam a ID autossoberana. Líder é o Canadá.

Um dos temas mais discutidos no mundo da blockchain é o lançamento de moedas digitais pelos bancos centrais (CBDC, na sigla em inglês). Assunto controverso, dado o impacto sabido e não sabido que isso pode ter nas economias. “As CBDCs têm potencial para serem uma ferramenta para atingir objetivos como maior segurança e resiliência nos sistemas de pagamentos, maior eficiência, acesso e competitividade dos sistemas de pagamentos, melhor transmissão de dados e reportes aos bancos centrais e inclusão financeira, diz o World Economic Forum num documento lançado ontem, o CBDC Policy‑Maker Toolkit.

Segundo o WEF, apesar dos benefícios, há riscos e eles precisam ser avaliados pelos países. Por isso, o estudo avalia quais estratégias os bancos centrais devem tomar para uma saída eficiente. O documento avalia CBDCs para varejo, atacado, transações entre países e alternativas em dinheiro privado, como CBDCs híbridas.

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