Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Pequim revela detalhes do plano para ser hub global de uso e pesquisa de blockchain até 2022

Há 12 projetos que envolvem setores como de logística, financeiro e imobiliário. Foto: Walter688. Pixabay.

Duas semanas depois de anunciar que seu plano é ser um hub global de uso e desenvolvimento da tecnologia de registro distribuído até 2022, Pequim divulgou, quinta-feira passada (16), detalhes dos primeiros passos que pretende dar para tornar a ideia uma realidade.

Serão 12 aplicações que envolvem, por exemplo, o setor de logística, aduaneiro, financeiro, imobiliário e pequenas empresas.

A ideia é ter um sistema unificado de blockchain para governança digital, compartilhamento de informações entre agências do governo e empresas e colaboração entre as regiões dos país.

O plano inclui ainda apoio ao setor privado para inovação, com um fundo para startups que usarem blockchain.

E haverá novos centros de pesquisa na cidade, incluindo os distritos de Haidian, Chaoyang e Tongzhou.

Segundo o governo, 140 serviços públicos já usam blockchain e isso ajudou na retomada econômica após o isolamento causado pela pandemia do Covid-19.

A China é um dos países que mais usam blockchain no mundo, em diversas aplicações e em diferentes regiões. Há dois anos o país o presidente Xi Jinping tem falado da revolução que a tecnologia representa e de como o país quer ser líder no assunto.

1 Comentários

Deixe um comentário

XHTML: Você pode usar estas tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>