Banco Mundial, bancos da Ásia e R3 criam sandbox de moedas digitais para fintechs

iCoLab realiza pesquisa, eventos e projetos. Pixabay.

A Rede de Inovação Financeira ASEAN (Afin na sigla em inglês), que inclui o Banco Mundial, fez parceria com a R3 para um sandbox de moedas digitais de bancos centrais (CBDCs). A iniciativa deverá ajudar bancos e fintechs a desenvolver e testar aplicações para CBDCs.

A Afin é uma organização sem fins lucrativos. Inclui a Autoridade Monetária de Singapura (MAS), a Corporação Financeira Internacional (IFC), braço do Banco Mundial, além da Associação de Bancos do Sudeste Asiático.

A R3 vai ser o primeiro parceiro a prover APIs (Interface de programação de aplicações) para se desenvolver as aplicações. A empresa já participa de projetos de moedas digitais de bancos centrais como a da Suécia,

Essas APIs estarão na API Exchange (APIX) a partir de agosto próximo. A APIX é uma plataforma global e de arquitetura aberta para a inovação financeira.

Além disso, os desenvolvedores poderão criar e editar códigos. Assim, poderão integrar as APIs da R3 e outras com diferentes soluções na APIXs, utilizando o ambiente integrado na nuvem.

De acordo com Sopnendu Mohanty, Chief FinTech Officer do MAS, a colaboração permitirá ao ecossistema de fintechs entender melhor as inovações financeiras sobre moedas digitais.

“Iniciativas sobre CBDCs têm ganho força em todo o mundo e o Sudeste Asiático não é exceção. Dessa forma, há muitos bancos centrais, bancos comerciais e fintechs avançando em pilotos de moedas digitais. Isso inclui o projeto Ubin de Singapura”, disse David Rutter, fundador e CEO da R3.

O projeto Ubin é outro da autoridade monetária de Singapura com a R3 e instituições financeira. O objetivo é testar o uso de blockchain e da tecnologia de registro distribuído (DLT) para liquidação de pagamentos e títulos.

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