Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Visa atuará em NFTs, que geraram US$ 1,5 bilhão em transações no primeiro trimestre do ano

A Visa, que a cada dia parece estar mais inserida no mundo dos criptoativos, anunciou que vai atuar no segmento de tokens não fungíveis (NFTs). E anunciou isso ao contar que comprou o CryptoPunk 7610, um dos primeiros NFTs que apareceram no mercado. “Estamos só começando nosso trabalho nesse espaço”, escreveu Cuy Sheffield, responsável pela área de critptomoedas da Visa, num artigo.

“No curto prazo, queremos ajudar marcas e empresas a entenderem melhor os NFTs e a usá-los para engajar clientes e fãs”, disse o executivo. “Para o futuro, estamos trabalhando em novos conceitos e parcerias para apoiar compradores, vendedores e criadores de NFT. Estamos ansiosos para compartilhar mais novidades nos próximos meses.”

Assim, a Visa quer entrar num segmento que movimentou US$ 1,5 bilhão em transações no primeiro trimestre de 2021. “Nosso trabalho é habilitar compradores e vendedores, seja ajudando micro e pequenos empresários a entrar no mercado online ou facilitando os pagamentos de empresas a seus parceiros no exterior.”

Visa comprou um dos primeiros NFTs do mercado

De acordo com Sheffield, a Visa adquiriu o NFT para “aprender”. “Acreditamos que os NFTs serão muito importantes para o futuro do varejo, da mídia social, do entretenimento e do comércio. Só poderemos ajudar nossos clientes e parceiros a participar se entendermos, em primeira mão, os requisitos de infraestrutura de uma marca global para comprar, armazenar e usar um NFT.”

Portanto, depois de trabalhar com a plataforma de ativos digitais Anchorage Digital na aquisição do CryptoPunk 7610, “estamos mais bem preparados para ajudar nossos parceiros a fazerem o mesmo”, acrescentou Sheffield. A empresa pagou 49,5 ETH pelo NFT, ou seja, cerca de US$ 150 mil no momento, algo como R$ 900 mil.

O que a Visa comprou é parte de 10.000 NFTs de figuras únicas que estão na blockchain Ethereum. Esses tokens estão no mercado desde 2017 e quem lançou foi a Larva Lab, empresa de dois desenvolvedores de software. Mas, no lançamento, quem pediu um, levou de graça. No entanto, agora é preciso comprar no mercado secundário. A Visa comprou uma figurinha de mulher.

Ativos digitais: bancos se interessam mais por custódia, pagamentos e portfolio, diz Deloitte

A maioria dos líderes do sistema financeiro acredita que ativos digitais e blockchain são uma prioridade hoje e no futuro próximo, segundo a Deloitte. E são a custódia, as novas formas de pagamentos e a diversificação de investimentos que a maior parte enxerga como principais áreas em que suas instituições atuarão.

De acordo com a pesquisa anual da Deloitte sobre blockchain, 80% dos entrevistados de 10 países, inclusive Brasil, acredita que esses ativos serão muito ou de alguma forma importantes nos próximos 24 meses. Motivo: sabem que seus modelos de negócio são questionáveis e, portanto, estão sob risco.

Esse é um sinal da série de iniciativas em ativos digitais e blockchain do setor financeiro em todo o mundo nos últimos meses. O Itaú e o Banco do Brasil, por exemplo, passaram a oferecer fundos de índices de criptomoedas (ETFs). Embalados pela demanda de clientes e alta do bitcoin, bancos começaram a oferecer produtos nesse segmento, em especial bitcoin. Apesar de terem relutado contra a criação de Satoshi Nakamoto.

A segurança de dados continua a maior preocupação das instituições financeiras e, portanto, barreira para a adoção de ativos digitais. No total, 70% indicou essa preocupação, enquanto os “pioneiros” foram 63%. Esses pioneiros são o que a Deloitte considera representantes do setor financeiro que já usam blockchain. Assim já tem projetos em produção ou já inseriram ativos digitais em suas principais atividades.

Deloitte entrevistou executivos no Brasil sobre blockchain

A maioria dos executivos também acredita que os países irão adotar moedas digitais de bancos centrais (CBDCs) nos próximos anos. A principal característica que essas moedas precisam ter, segundo eles, é a de proteção contra coleta de dados por empresas privadas. Isso significa big techs, fintechs, bancos e outras instituições financeiras. Em segundo lugar vem o apoio a formas inovadoras de pagamentos.

No entanto, o ponto que apareceu como menos importante nessas moedas é a possibilidade de mandar dinheiro para o exterior com rapidez e baixo custo. Acontece que é esse um dos principais benefícios que os bancos centrais apontam para as CBDCs. Além de ser um dos pontos que pessoas e empresas mais gostariam de ver nessas moedas. Exatamente porque os serviços atuais são considerados caros e demorados.

Para fazer a Deloitte’s 2021 Global Blockchain Survey, a empresa entrevistou 1.280 executivos. Além de Brasil, onde falou com 90 deles, a lista de países com quem conversou inclui, por exemplo, Estados Unidos (EUA), China, Alemanha, Singapura e África do Sul. Todos têm pelo menos conhecimento geral sobre o tema.

Blocknotas: Novo índice de DeFi da Bloomberg; curso de blockchain para seguradores e jovens com criptos

A Bloomberg e a Galaxy Digital, empresa de serviços relacionados a criptomoedas, lançaram hoje (19) um índice de finanças descentralizadas. Assim, a Galaxy Digital também lançou um fundo que acompanha o Bloomberg Galaxy DeFi Index. O objetivo do índice, que é da Bloomberg, é acompanhar os maiores protocolos de finanças descentralizadas em valor de mercado. “Finanças descentralizadas estão crescendo para serem o próximo tema de maior relevância em criptomoedas”, disse Alan Campbell, líder de gerenciamento de produtos do braço de indices da Bloomberg.

Escola de Seguros e PUC-Rio dão curso de blockchain

Numa parceria com a Escola de Negócios e Seguros (ENS), a Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio) está colocando no ar o curso “Novos Modelos de Negócio em Seguros e Resseguros com Blockchain”. O foco do público são os profissionais do setor, que começa a caminhar para o open insurance. Assim, deve promover modelos de negócios mais flexíveis e que atendam melhor os clientes. Já há insurtechs que avaliam o uso de blockchain. O curso é online e a próxima turma é em 21 de agosto.

Jovens acreditam em criptos como moedas do futuro

Pesquisa da Yubo, rede social de live streaming de áudio e vídeo mostrou que quase metade (45%) dos 1.269 jovens da geração Z (de 11 a 26 anos) entrevistados acredita que criptomoedas substituirão as tradicionais. E 35% disseram que gostariam de receber salário em criptos, contra 38% que não querem. Além disso, o levantamento mostrou que 35% de quem compra criptomoeda faz isso porque acredita que será a moeda do futuro e 25% porque “querem ganhar muito dinheiro”. Porém, há um empate entre os que confiam e não confiam nessas moedas digitais.

Novi, carteira da Diem, moeda digital do Facebook e parceiros, está pronta

A carteira digital Novi, feita para a moeda digital Diem, um projeto lançado pelo Facebook com outras empresas, está pronta para ir a mercado. A afirmação é de David Marcus, membro do Conselho da Associação Diem e responsável pela F2 (Facebook Financial). O executivo contou isso num post em que também descarrega críticas aos Estados Unidos (EUA) por emperrarem o lançamento da solução.

Nos EUA, a Novi já tem licenças ou aprovações em quase todos os estados. Após um bombardeio de reguladores de todos os cantos do mundo ao anunciar a Libra, hoje Diem, o Facebook se comprometeu a não lançar a carteira e a moeda digital sem as autorizações necessárias.

A moeda digital será uma stablecoin atrelada a moedas fiduciárias (fiats). O projeto era bem diferente, já que seria baseada numa cesta de fiats. Com essa mudança e o fato de o nome Libra ficar marcado por críticas, agora o projeto se chama Diem. Além da sede mudar mudar de endereço, que agora é nos EUA e não mais na Suíça.

Moeda digital estará disponível para os bilhões de usuários do Facebook

A Associação Diem cuidou de cada preocupação legítima que reguladores levantaram em conversas com a instituição, garante Marcus. Assim, desenvolveu uma “stablecoin de alta qualidade, extensas proteções ao consumidor e compliance com as redes de pagamentos que a suportam, tudo dentro do perímetro regulatório dos EUA”.

De acordo com Marcus, “achamos irracional atrasar a entrega de sistemas digitais de pagamentos que serão mais baratos e interoperáveis”. E afirma que a Associação Diem é confiável. No entanto, do ponto de vista dos reguladores, o principal problema do projeto é o alcance do Facebook e de suas coligadas, como Whatsapp e Instagram. Só o Face tem 2,8 bilhões de usuários ativos no mundo e o Insta tem 1,3 bilhão.

Mas, Marcus garante que abrir uma conta na Novi não vai ser algo feito no automático. Ao contrário, vai levar tempo porque haverá verificação do usuário por meio de identidades emitidas por governos. Porém, o executivo quanto tempo. E de novo, para os reguladores, a questão continua sendo o tanto de usuários e transações com sua própria moeda digital que a rede de Mark Zuckerberg é capaz de fazer.

O Facebook processou mais de US$ 100 bilhões em pagamentos nos últimos quatro trimestres, segundo Marcus. São transações de pessoa para pessoa (P2P), sem intermediários em 160 países e 55 moedas. O “sem intermediários” é que é também a questão, porque seria um Pix, mas aqui, o sistema instantâneo passa pelo Banco Central.

O executivo cita mais de uma vez a qualidade ruim do sistema de pagamentos dos EUA, que é caro e demora dias para liquidar uma operação. Para ele, o país tem o pior sistema de pagamentos dentre as economias desenvolvidas. Enquanto isso, vê a China construir uma infraestrutura que fará o iuan digital desafiar o dólar como moeda de reserva.

Goldman Sachs quer lançar ETF de DeFi que não tem DeFi

O Goldman Sachs entrou, ontem (26), com pedido na Comissão de Valores Mobiliários (SEC) dos Estados Unidos (EUA) para oferecer um fundo de índice (ETF) de finanças descentralizadas (DeFi) e blockchain. O Goldman Sachs Innovate DeFi and Blockchain Equity ETF vai acompanhar com o Solactive Decentralized Finance and Blockchain Index.

Porém, o que veio como uma ducha de água fria é que o índice segue 20 empresas gigantes, como Google, Facebook, PayPal, Mastercard, Intel e Siemens. Não há nenhum nome do mundo dos DeFis. Portanto, de DeFi, ainda não se entendeu o que o fundo terá.

Algumas das empresas até estão testando ou desenvolvendo projetos com blockchain, como o Facebook com a Diem e PayPay em pagamentos. Tem também a IBM, que trabalha com a Hyperledger para o mundo corporativo.

Mas, nada que venha do mundo raiz das blockchains públicas, das criptomoedas e das finanças descentralizadas. Ao contrário, as características das empresas que o índice segue são as das grandes. Por exemplo, o valor de mercado precisa ser de ao menos US$ 500 milhões. A questão é, então, por que o Goldman Sachs quer oferecer um ETF com um nome que não corresponde à realidade das finanças descentralizadas.

Segundo o pedido à SEC, o foco de investimento do índice são dois: empresas ligadas à implantação de blockchain e a finanças descentralizadas (DeFis). De acordo com o pedido, o fundo vai investir pelo menos 80% de seus ativos em títulos que fazem parte do índice, em recibos de depósitos (DRs) que representam títulos que estão no índice e em ações relacionadas aos DRs que estão no índice. E podem ser ações de diversos países de economia mais avançada.

Há uma série de pedidos de ETFs na SEC, todos esperando a bênção do regulador. Mas, até agora, nada.

Nubank entra em transferência internacional por blockchain após acordo com Remessa Online

O Nubank, uma das maiores fintechs do mundo, anunciou hoje (26) que fechou parceria com a Remessa Online, que usa a blockchain RippleNet. Assim, vai competir no segmento de transferências internacionais, no qual os bancos tradicionais recebem críticas pelos altos preços e tempo necessário para as operações.

Portanto, agora os 40 milhões do Nubank poderão usar o serviço da Remessa Online, que por usar blockchain pode ser mais barato e mais rápido. A rede da Ripple afirma que conecta mais de 300 instituições financeiras, como o Santander, por exemplo.

De acordo com as empresas, há um crescimento acelerado das remessas de dinheiro de pessoas no Brasil e na América Latina. O valor chegou a R$ 37 bilhões em 2020 entre entradas e saídas. Já a Remessa Online informou que tem 350 mil clientes atendidos com envios para mais de 100 países. E espera chegar a 1 milhão de clientes com a parceria. Em 2020, a movimentou R$ 6 bilhões e espera chegar a R$ 14 bilhões em 2021.

Os clientes do Nubank iniciarão as transações de transferências no aplicativo do banco. “A parceria foi a melhor forma que encontramos de disponibilizar essa facilidade para os clientes”, disse Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank. 

 “A união com o Nubank possibilita aos clientes do banco viver essa experiência de maneira simples”, afirmou Alexandre Liuzzi, diretor de estratégia da Remessa Online. 

Investimento em fintechs de blockchain bate recorde e América Latina se destaca

Os investimentos em fintechs atingiram um recorde no segundo trimestre de 2021 e esse desempenho incluiu o segmento de blockchain. Pela primeira vez as fintechs de blockchain captaram mais de US$ 4 bihões – foram US$ 4,38 bilhões em 217 transações, segundo relatório do CB Insights. Houve, portanto, um aumento de 50% sobre o primeiro trimestre no segmento. Além de ser um valor 10 vezes superior ao do quarto trimestre de 2020.

O maior valor de captação foi o de US$ 440 milhões que a Circle, que gerencia a moeda USDC, recebeu. E considera, por exemplo, o aporte de US$ 250 milhões que a bolsa mexicana Bitso recebeu numa Series C.

A bolsa foi a primeira unicórnio da América Latina em blockchain e diz que os investimentos elevaram seu valor para US$ 2,2 bilhões. Os cinco maiores investimentos em fintechs de criptomoedas no segundo trimestre foram os da Circle, Ledger, Paxos, Block.One e Bitso, nessa ordem.

Porém, o valor não considera o aporte de US$ 220 milhões que o grupo 2TM, dono do Mercado Bitcoin, anunciou no dia 1 de julho e que o tornou um unicórnio. Seu valor é US$ 2,1 bilhões.

Investimentos em blockchain acompanham fintechs em geral

O crescimento dos investimentos nos últimos meses aconteceu junto com o aumento dos preços das criptomoedas. E os fechamentos de captação no segundo trimestre, que já deviam estar em negociação desde o início do ano pelo menos, aconteceram em meio à queda dos preços.

O segmento de blockchain seguiu a tendência geral das fintechs, uma vez que a captação total também foi recorde no segundo trimestre de 2021. Houve 657 transações de investimentos de venture capital que somaram US$ 30,8 bilhões. O recorde anterior era o do primeiro trimestre, mas no segundo o valor foi 30% maior. Embora o número de transações cresceu apenas 2%.

E foi a América do Sul que liderou esse crescimento em valores e número de transações, de acordo com a CB Insights. A captação cresceu 153% do primeiro para o segundo trimestre e as transações, 52%. Foi o maior cescimento entre as regiões.

Colômbia pode usar blockchain em títulos financeiros

O banco central da Colômbia, o Banco Davivienda e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciaram, na última semana, que estão testando transações de títulos financeiros em blockchain. De acordo com o BC, é o primeiro passo para a implantação dessa tecnologia para ativos no mercado de capitais. O teste deve durar seis meses.

A emissão, a oferta, a negociação e a liquidação aconteceram numa rede com contratos inteligentes. Os recursos financeiros dessas operações correrão no sistema de pagamentos de alto valor do Banco da República, o banco central (BC). Segundo o BC, blockchain reduz os custos operacionais, otimiza processos, aumenta a segurança e elimina assimetrias de informação, por exemplo.

Há ainda um ponto fundamental que é a troca imediata de título por dinheiro, ou seja, não é preciso depositar valores numa conta à espera da finalização da operação. Essa finalização pode durar dias. E com blockchain, é possível saber o que está acontecendo durante a transação.

O BC é um nó observador na rede. Portanto, está na rede para entender o processo de uso de blockchain para títulos financeiros tanto no mercado primário, quanto no secundário. Além de observar o que será preciso adequar nas normas do país para permitir o uso de blockchain nessas transações.

No caso do Davivienda, para ser o primeiro banco a usar blockchain nesse tipo de operação, investiu em infraestrutura e profissionais. Já o BID dá apoio técnico e regulatório para a implantação da prova de conceito (PoC). Além disso, a  LACChain, rede do BID Lab, vai registrar todo o processo das transações.

Diversos países pelo mundo estão testando blockchain para títulos financeiros. Há um grupo de bancos na Ásia, por exemplo, e também bancos na Europa já divulgaram testes similares. O objetivo é sempre reduzir custos, aumentar a segurança e acelerar processos.

Nébula, nova ‘catalisadora’ da butique de M&A Estáter, seleciona primeiras fintechs

A Nébula, nova ‘catalisadora’ de fintechs criada pela butique de M&A Estáter, de Pércio de Souza, está finalizando a seleção das startups. Dentre elas há uma de blockchain e uma de tokenização. O programa terá um ano de duração. Assim, ao final, a Estáter pode escolher comprar a fintech, como fez recentemente com a iouu.

O grupo alocou R$ 4 milhões no projeto e está disponibilizando cotas de patrocínio nos valores de R$ 15 mil, R$ 25 mil, R$ 35 mil e R$ 50 mil. A informação exclusiva é de Semi Kim, gestor da Nébula, que o Fintechs Brasil, portal parceiro do Blocknews, publicou.

“Escolhemos uma plataforma de blockchain, uma de Open Banking, uma que faz tokenização de ativos, uma de consórcio, uma de antifraude, uma de crédito para o agronegócio, uma de energia, uma healthtec e uma de consignado”, diz, sem revelar os nomes pois os contratos ainda não estão assinados. Além disso, estão em análise duas fintechs de microcrédito. A ideia é fintechs de segmentos diferentes e complementares.

Kim é nome que o mundo do venture capital conhece. É consultor de corporate innovation – auxiliou a Mauá Capital, por exemplo. É também mentor de empreendedores, especialista em captação e o responsável pela seleção inicial da Nébula, nome que significa berçário de estrelas.

O ambiente físico comporta até 17 colaboradores, mas há espaço para aceleradas de outras cidades fora de São Paulo que se conectarão através de um ambiente virtual.

Leia a reportagem completa no Fintechs Brasil.