Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Morgan Stanley é o primeiro banco dos EUA a oferecer fundos de bitcoin

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O Morgan Stanley se tornou o primeiro banco dos Estados Unidos a oferecer a seus clientes do segmento de gestão de fortunas acesso a fundos de bitcoin. A informação é da CNBC. É Wall Street cada vez mais envolvida com criptomoedas, em especial da de Satoshi Nakamoto.

O banco comunicou a seus assessores financeiros que vai lançar o acesso a três fundos de bitcoin. O investimento máximo que poderá ser feito é de 2,5% do total líquido que os investidores têm no Morgan.

Com isso, a cripto ganha mais status de classe de ativo, algo que o Goldman Sachs negou que fosse, mas reconsiderou recentemente. E há alguns dias, o JP Morgan pediu autorização para ter um investimento relacionado a dívidas, mas que está atrelado a ações expostas a criptos. Por exemplo, as da MicroStrategy e da Square.

De acordo com a CNBC, funcionários do banco disseram que os clientes estavam pedindo exposição à criptomoeda. O motivo, claro, é a explosão da cotação do bitcoin nos últimos meses. E há alguns requisitos: o investidor ter conta há ao menos seis meses no banco e as empresas de investimentos têm de ter ao menos US$ 5 milhões com o Morgan.

Outros mega gestoras que estão olhando para criptos incluem a BlackRock, a maior do mundo, assim como o JP Morgan. É importante lembrar que os grandes bancos estão investindo em blockchain, em startups que usam a tecnologia e se preparando para atuar em criptos.

Dois dos fundos são da Galaxy Digital, empresa de criptos fundada por Mike Novogratz. O outro foi criado pela FS Investments e a NYDIG, que foca em bitcoin.

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