Mercado de Criptomoedas por TradingView

MB Tokens terá tokens de renda fixa e para investidor de alta renda

Vitor Delduque, diretor de novos negócios do MB.

O MB Tokens, braço de tokenização do mesmo grupo do Mercado Bitcoin, informou que vai lançar Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) com a FIDD, distribuidora de títulos e valores mobiliários. Esses direitos são créditos que as empresas têm a receber em diferentes formatos, como duplicatas e até cheques. Um dos fundos tem como foco tokens que serão oferecidos a investidores que tem mais de R$ 1 milhão investidores, portanto, os chamados qualificados. Isso é uma estratégia inédita, segundo o MB. Mas, nenhum dos FIDCs estão em período de oferta ou captação.

Os FIDCs investem pelo menos 50% dos recursos investidos em direitos creditórios, que compra a preços com desconto Por isso, caem na categoria de renda fixa, ou seja, aqueles que ganham mais relevância na preferência dos investidores quando o mercado está instável, o que acontece atualmente tanto no financeiro convencional e no de criptoativos. Por serem de renda fixa, esses tokens podem ser mais atraentes a grandes investidores, os institucionais, que ainda não entraram no mundo cripto por conta da instabilidade das moedas digitais “raiz”.

De acordo com o Mercado Bitcoin, um dos fundos é um investimento exclusivo da holding 2TM, dona do Mercado Bitcoin. Assim, o fundo usa os recursos que o 2TM aportou nele para comprar direitos creditórios. Depois, esses papéis serão tokenizados e oferecidos como renda fixa na MB Tokens. A gestão do fundo é da Iguana Investimentos.

O segundo FIDC é para investidores qualificados, portanto, para quem tem a partir de R$ 1 milhão em investimentos. O fundo vai comprar os tokens lastreados em cotas de consórcio e distribuir para investidores do mercado tradicional. Segundo MB, é uma estratégia pioneira. A gestão é da Ouro Preto Investimentos.

Vitor Delduque, Diretor de Novos Negócios, do MB Tokens, afirma que a democratização que já possibilita o acesso do investidor comum com a aquisição de uma fração digital do ativo tradicional por R$ 100 iniciais, “agora avança e possibilita também o investimento do público institucional”.

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