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Citigroup quer negociar contratos futuros de bitcoin na bolsa de Chicago

Plataforma da Transfero tem seis criptomoedas, incluindo bitcoin. Foto: Michael Wuensch.
Citigroup quer negociar contratos futuros de bitcoin na bolsa de Chicago e para isso espera aprovações regulatórios, segundo fontes.

O Citigroup, quarto maior banco em ativos dos Estados Unidos (EUA), espera aprovação regulatória para começar a negociar contratos futuros de bitcoin. A negociação deverá ser na Bolsa Mercantil de Chicago (CME), que se tornou referência global nesses contratos. A informação é do Coindesk, citando fontes que não quiseram ser identificadas.

Desde que o bitcoin iniciou uma nova curva de alta de preço, os bancos dos EUA passaram a se movimentar para atuar em criptomoedas. Passaram, assim, das críticas ao jogo dos ativos digitais. E afirmam que a mudança se deu com a maior demanda de seus clientes por criptos.

Mas, o Citigroup não é o único interessado em bitcoin. O maior bancos dos EUA em ativos, o JP Morgan, criou sua moeda JPMCoin. Aparentemente, é o mais animado com blockchain, porque criou também a solução Quorum, sobre a Ethereum, para transações, e uma rede para transações financeira em blockchain. Além disso, foi um dos primeiros dos grandes bancos a oferecer investimentos em criptomoedas para seus clientes do varejo.

Goldman Sachs também começou a oferecer Contrato a Termo de Moeda, no caso bitcoin, sem Entrega Física (NDF), um derivativo.  fez parceria com a Cumberland DRW para oferecer os contratos futuros. A negociação desses contratos é na bolsa de Chicago. Em março, o banco decidiu reabrir sua mesa de negociações de criptomoedas.

Já o Morgan Stanley confirmou, em abril, que já está oferecendo dois fundos com exposição a bitcoin para seus clientes. A confirmação aconteceu na divulgação de seu resultado no primeiro trimestre de 2021.

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