Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Citigroup em criptomoedas e oferta de derivativo de bitcoin pelo Goldman Sachs

Citigroup em criptomoedas: se banco aderir, será mais um dos bancos nos EUA no segmento de criptomoedas.

Citigroup em criptomoedas. O banco é mais um dos grandes nos Estados Unidos (EUA) que avalia atuar no segmento ou que já atua. O Goldman Sachs, começou a oferecer Contrato a Termo de Moeda, no caso bitcoin, sem Entrega Fisica (NDF), um derivativo.

Todos os bancos dão o mesmo motivo para ativarem ou reativarem seus negócios com criptomoedas, ou seja, o interesse dos clientes. Até no Brasil os bancos que vendem o ETF da Hashdex falam isso.

De acordo com Itay Tuchman, responsável pelas operações globais de câmbio do Citi, “há diferentes opções e estamos considerando com quais podemos servir melhor os clientes”. O interesse do Citigroup em criptomoedas foi comentado pelo executivo ao  Financial Times.

Mas, afirmou que não será uma plataforma proprietária. O Goldman, por exemplo, fez parceria com a Cumberland DRW para oferecer os contratos futuros. A negociação desses contratos é na bolsa de Chicago. Em março o banco decidiu reabri sua mesa de negociações de criptomoedas.

Além do Citigroup em criptomoedas e do Goldman, quem já abraçou a causa dos criptoativos é o Morgan Stanley, o primeiro a oferecer investimentos em bitcoin. O espanhol BBVA e o DBS Bank de Cingapura. Já o BNY Mellon faz custódia. Cada banco está buscando seu espaço.

Já o Société Générale não está em criptomoedas. Mas registra todos os seus comunicados de imprensa em blockchain desde novembro de 2020.

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