Associações criam confederação de empresas de meios de pagamentos

Giancarlo Greco, diretor-presidente da CNP. Foto: CNP.

As principais associações que representam empresas do setor de meios eletrônicos de pagamento – Abecs (de cartões de crédito), Abipag (de pagamentos) e Abranet (de internet) – anunciaram hoje (26) a criação da Confederação Nacional das Empresas de Meios de Pagamento (CNP). A instituição nasce com o objetivo de unir esforços e ampliar a representatividade dessa indústria perante o regulador, o mercado, os órgãos públicos e outras esferas da sociedade.

O primeiro diretor-presidente é Giancarlo Greco, presidente da Abecs, além dos vice-presidentes Carol Conway, presidente da Abranet, e Vinicius Carrasco, diretor-executivo da Abipag. A diretoria da entidade terá mandato rotativo, com novas eleições a cada dois anos, segundo o Fintechs Brasil, parceiro de conteúdo do Blocknews.

Juntas, as três representam mais de 120 empresas que atuam diretamente em diversos segmentos dentro do ecossistema de meios de pagamento, composto por instituições financeiras, adquirentes, bandeiras (instituidores de arranjo de pagamento), emissores de cartão, bancos digitais, fintechs, marketplaces, fornecedores de tecnologia e equipamentos, entre outras.

Em nota, as entidades afirmaram que a CNP também atuará na defesa da livre competição e da garantia de simetrias concorrenciais no setor. A criação da entidade busca ainda fortalecer o modelo atual do sistema, que envolve justamente uma série de players na cadeia de valor dessa indústria e, por isso, proporciona diversos benefícios para o consumidor e para o mercado, como inclusão financeira e digital, segurança, inovação, acesso ao crédito, entre outros.

“A criação da CNP é um marco e vai contribuir para que o setor de meios de pagamento continue se desenvolvendo e proporcionando segurança, inovação e eficiência ao dia a dia do brasileiro”, afirma Greco. “Essa pluralidade dentro da confederação nos permitirá ter uma visão ainda mais abrangente do setor e uma representatividade cada vez mais eficiente”, conclui.

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