O ano de 2021 teve de tudo e mais um pouco em blockchain. Mesmo numa pandemia com distanciamento social, não houve tédio. Ao contrário. Projetos de finanças descentralizadas (DeFis), tokens não-fungíveis (NFTs), jogos play-to-earn e o metaverso fizeram todo mundo correr para entender tudo ao mesmo tempo e agora.
E se fosse só isso… houve lançamento de fundos de índices de criptomoedas, os ETFs, no Brasil (B3) e nos Estados Unidos, onde a espera foi de 8 anos. Bancos ofereceram produtos de criptos, aqui e no exterior. Brasil e muitos outros países anunciaram projetos de moedas digitais de bancos centrais (CBDCs). Fora os milhares de projetos corporativos em blockchain, tornando os negócios mais transparentes, eficientes e seguros.
Para ter uma ideia do que chamou mais a atenção dos leitores em 2021, informamos aqui as reportagens mais lidas do Blocknews. Consideramos as mais lidas do ano até hoje (30), independentemente da data de publicação, ou seja, as postadas antes têm mais vantagem. Mas, duas reportagens publicadas neste mês de dezembro vimos
A mais lida: A entrada do banco mais antigo do Brasil, o Banco do Brasil, no metaverso. Detalhe é a mais lida mesmo sendo publicada agora em dezembro.

Segundo lugar: Marcus Lisboa, entusiasta de blockchain e fundador do Instituto Nacional de Excelência em Políticas Públicas (INEPP), morreu de Covid-19.
https://blocknews.com.br/corporativo/marcus-lisboa-fundador-do-inepp-morre-de-covid-19/

Terceiro lugar: o Bitcoin Pizza Day, em que a cada ano o preço da primeira compra com bitcoin – duas pizzas – só sobe. Hoje (30), as pizzas já valeria ainda mais do que R$ 1,15 bilhão.

Quarto lugar: A Dynasty Global chamou a atenção dos leitores por uma ação inovadora na época. O projeto é dos brasileiros Eduardo Machado e Fabio Asdurian, mas está baseado no Crypto Valley da Suíça. Foi também a mais lida em junho.

Quinto lugar: A Prosegur anunciou que Brasil estaria num grupo pequeno de países onde começaria a ter bunker de criptomoedas dado o tamanho do mercado. Foi também a mais lida em agosto.

Sexto lugar: O rastreamento para garantir a origem de produtos é um dos maiores usos de blockchain. O mais lido foi um projeto com cana de açúcar no interior de São Paulo. Foi também a reportagem mais lida em maio.

Sétimo lugar: Blockchain e sustentabilidade nasceram um para o outro. Neste caso, o destaque foi o token da Moss, que além de ser a sétima mais lida do ano, foi a mais lida em fevereiro, quando foi publicada.

Oitavo lugar: Com o crescimento sem freio do ecossistema blockchain, muita gente pensa em entrar na área e buscou informações sobre o tema. Mesmo quando a matéria, como essa que se destacou, é de 2020.

Nono lugar: Nem tudo são flores em blockchain. Há também gente que perdeu dinheiro e disputas entre empresas e reguladores. É o caso da Atlas.

Décimo lugar: Quem investe ou pensa em investir em criptomoedas sempre quer saber quais as melhores opções, isso explica a reportagen ser uma das mais lidas em 2021. Mesmo falando de 2022.
