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SP4CE, de jogos, formará pessoas de baixa renda em blockchain

Helô Passos, CEO, e João Angeli, CMO da SP4CE. Foto: SP4CE.

A SP4CE, empresa brasileira especializada no segmento de blockchain games, investiu R$ 150 mil num projeto de formação em blockchain para pessoas de baixa renda e moradoras de comunidades em São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro. O objetivo é permitir que com isso, possam buscar oportunidades também nessa área. O programa começa nesta semana e a estimativa é atender mais de mil famílias sejam impactadas com o projeto.

“Criamos a SP4CE porque a blockchain mudou a minha vida e acredito que também pode mudar a vida de outras pessoas. Blockchain precisa ser de conhecimento de todos, por isso, vamos impulsionar esse movimento para o maior número de pessoas no Brasil”, diz Heloísa Passos, CEO da SP4CE e dona da segunda maior comunidade de Instagram de Axie Infinity do mundo, jogo líder no segmento “jogar para ganhar” (play-to-earn).

Em entrevista ao Blocknews, Helô contou que passou de gamer a empreendedora na área, depois de conhecer as criptomoedas, em 2017. Anos depois e com a evolução de blockchain para áreas como NFTs e games, sua formação em desenho de animação multimídia com pós graduação em gestão em economia criativa, pela Belas Arte de São Paulo, caiu como uma luva no mundo de um dos principais games de P2E do segmento. A fundadora da SP4CE, que foi a primeira pessoa da família a fazer faculdade, já desenvolveu projetos criativos para startups e empresas como Disney, Honda, Stone, Magalu, e Rabobank.

Mas a formação em que está investindo vai além de blockchain, que inclui, por exemplo, distribuição de bolsas, ou seja, de custódia de tokens não-fungíveis (NFTs) ligados a jogos. Isso porque haverá aulas de educação financeira, economia criativa e tecnologia aos alunos. Assim, a ideia é que a SP4CE se torne uma ponte entre as comunidades e as empresas de web3, que ofereça educação, informação e oportunidades de emprego. O programa começa na favela de Heliópolis, em São Paulo, no Instituto Paulo Vieira, em Fortaleza, e no Del Castilho, no Rio de Janeiro. E vai atender pessoas com idades a partir de 18 anos.

“Juntos com marcas parceiras, queremos construir ambientes dentro das favelas para que as pessoas possam ter essa troca de conhecimento e oportunidade, com acesso à internet, dispositivos e infraestrutura para entrarem na web3”, afirma João Angeli, CMO da SP4CE.

Quem se interessar, pode se cadastrar através das associações das comunidades participantes. Há mais informações no perfil da SP4CE no Instagram, o @sp4cegames.

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