Venda de stablecoins cresce 85 na Bitso; Kanna faz airdrop; e Viden lançará fundo Web3

O volume de transações com stablecoins na plataforma da Bitso no Brasil cresceu 85% em 2022 na comparação com 2021. De acordo com a empresa, o crescimento acelerado vem do uso dessas criptomoedas em países que enfrentam incertezas fiscais e desafios macroeconômicos como inflação e desvalorização da moeda. De acordo com a Chainalysis, quase 30% do volume de transações cripto já vêm da venda de stablecoins no Brasil.

Dentre os principais casos de uso das stablecoins na plataforma da Bitso estão no país estão pequenas e médias empresas com custos em dólares, que compram essas criptos como alternativa aos derivativos tradicionais. Além disso, há compras por pessoas para viagens e estudos no exterior. “As stablecoins são hoje um dos criptoativos mais usados na nossa plataforma”, afirma Thales Freitas, CEO da Bitso Brasil. A empresa começou neste mês a listar também a Euro Coin, stablecoin com valor atrelado ao euro.

Kanna faz airdrop de token que lançará dia 25

A Kana, uma Organização Autônoma Descentralizada (DAO), vai recompensar com até 20 de seus tokens KNN os usuários que realizarem ações propostas pela startup. A ação começou no último dia 11. O objetivo é impulsionar a divulgação da pré-venda do KNN, que começa no dia 25 de janeiro e que baseia-se em uma fração de solo plantado de Cânhamo. Essa planta tem benefícios ao planeta e variações de uso segundo os especialistas, diz a startup.

As ações vão desde recomendar um amigo até compartilhar sobre a Kanna nas redes sociais. A previsão é premiar até 500 pessoas com até 20 tokens, que equivalem a US$ 0,5 (cerca de R$ 2,50) cada. O airdrop, ou seja, dar tokens de forma gratuita, é uma forma de ajudar a impulsionar o lançamento, afirma Luis Quintanilha, CEO da Kanna, ex-CMO da Gama Academy. A planta é da família da Cannabis, mas tem no máximo 0,3% de tetrahidrocanabinol (THC), princípio ativo que causa efeitos psicoativos, comparado aos até 30% de THC da maconha. Um de seus benefícios é a da limpar metais pesados no solo.

Viden Venturas lança fundo Web3

A Viden Ventures, empresa de venture capital com foco em Web3, fará um evento em fevereiro para captação de recursos para seu em startups brasileiras e em estágio inicial. O objetivo é levantar US$10 milhões. O prazo do fundo é de 5 anos. A ideia é investir em até 20 empresas early-stage, com cheques de US$100 mil a US$500 mil. A Viden Ventures foi fundada pelos sócios Jander Martins, Matheus Bonifácio e Rafael Lima. A empresa é a evolução da Projog, criada em 2021 como gestora de criptoativos com foco em games.

A empresa começou com investimentos em três startups: metaKosmos, que liga marcas, comunidades e metaverso; a Cobogo, um ecossistema de investimento em criadores de conteúdo, e a educadora e especialista em web3, Rai Auad.
Também tem área de research com foco em clientes institucionais. “Colocaremos os recursos do fundo em empresas que acreditamos que moldarão dramaticamente o futuro baseado no valor da descentralização”, diz Lima.

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