Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Transfero, que emite criptomoeda BRZ pareada ao real, compra a CryptoBRL

Com a compra, BRZ ganhará força.

A Transfero, que emite Brazilian Digital Token (BRZ), moeda estável (stablecoin) pareada ao real, comprou a também stablecoin CryptoBRL (CBRL). Com isso, a empresa diz querer fortalecer a BRZ.

O cBRL foi criado no início de 2020 por um grupo de empresas e exchanges. O BRZ está no mercado desde 2019. Além de ser a primeira stablecoin brasileira em circulaçã, é a maior não pareada ao dólar. 

“Hoje existem mais de dez mil criptomoedas e tokens no mundo e boa parte deles não estão disponíveis diretamente ao usuário brasileiro. Nós criamos o BRZ para diminuir a fricção e dar mais acesso ao mercado global de criptoativos. A aquisição da cBRL visa a união da comunidade de criptoativos brasileira”, disse Thiago Cesar, CEO da Transfero. 

De acordo com a empresa, a corretora BitPreço vai trocar cBRL por BRZ, já que a primeira vai deixar de existir em 31 de dezembro próximo. A troca é 1:1 e precisa acontecer até o final deste ano para não se perder a cripto. É possível que outras plataformas façam a troca. A BitPreço é uma das empresas que participou do projeto de criação da criptomoeda.

Há poucos dias, a Transfero anunciou que vai entrar no varejo de criptomoedas. Para isso, lançou a Transfero Crypto, plataforma de compra e venda de moedas digitais. Mas, o plano é oferecer o serviço para outros países da América Latina nos próximos meses, em linha com sua estratégia na região.

A plataforma está num site que pretende atrair iniciantes com uma experiência simples e começa com seis criptos. Isso inclui, por exemplo, a BRZ, sua própria moeda da empresa.

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