Ripio lança carteira Web3 multi-chain; curso de criptos na B3 e PicPay testa oferta de investimentos

Imagem: Led Thomas Pehan.

A Ripio lançou sua carteira Web3 multi-chain Ripio Portal no Brasil, Colômbia, Uruguai e México. O serviço está ativo na Argentina desde julho de 2022 e funciona como uma extensão de navegadores tradicionais. A carteira está na fase BETA e permitirá, por exemplo, que usuários se conectem com aplicativos descentralizados (dApps), façam coleção de tokens não-fungíveis (NFTs), acessem e rastreiem suas operações. De acordo com a exchange argentina, o cartão pode operar em diferentes blockchains e facilita as transações e validações, além de armazenar criptoativos. O sistema de custódia que implementamos na carteira é um grande salto em termos de produtos web3 e facilita a experiência dos usuários que procuram explorar as aplicações e protocolos do Ethereum ou simplesmente querem comprar um NFT em três etapas”, disse Sebastián Serrano, Co-fundador e CEO da Ripio.

QR Asset Management e B3 fazem novo curso sobre criptos

A QR Asset Management e fez parceria com a B3 para uma segunda edição do curso da bolsa com foco em criptoativos. O “Como Investir em Cripto na Bolsa” é gratuito, online e há certificado para quem concluir o curso. O objetivo é aprofundar conceitos e teses para quem já tem um pouco de conhecimento sobre o mercado, mas iniciantes conseguirão acompanhar as aulas, dizem as empresas. As matrículas começam na próxima segunda-feira (27). As reservas de vaga já estão abertas no site https://b3.qrasset.com.br/. Para Alexandre Ludolf, Diretor de Investimentos da QR Asset, com o aumento da adoção e do interesse do público, diversos novos produtos estão disponíveis no mercado e cabe ao investidor tomar boas decisões. O curso terá quatro módulos e 17 aulas com profissionais e especialistas de empresas da holding QR Capital, que tem fundos de índice (ETFs) na B3.

PicPay vai oferecer produtos de investimentos

Nos últimos meses, o PicPay vem avançando em sua estratégia para ser um super app, com serviços financeiros e não financeiros. Depois de entrar em criptoativos e lançar os “cofrinhos”, a fintech agora pavimenta o caminho para ampliar sua atuação em investimentos, apurou o Finsiders, hub de conteúdo parceiro do Blocknews. A empresa está trazendo para dentro de casa a Liga Invest, a plataforma de investimentos construída pelo grupo J&F (dono do PicPay e Banco Original) e que ganhou corpo com a aquisição da startup LionX em março do ano passado. A Liga Invest é a antiga J&F DTVM, que mudou de nome em julho de 2022 e que há 15 dias teve aprovação do Banco Central (BC) para aumentar seu capital social de R$ 70 milhões para R$ 95 milhões. O movimento está em estágio inicial, com alguns recursos, como compra e venda de ações, sendo testados por um grupo pequeno de funcionários.

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