Mercado de Criptomoedas por TradingView

Nubank lança serviço de transações de cripto a partir de R$ 1

Nubank fez parceria com Paxos para atuar em criptomoedas.

O Nubank começa a disponibilizar neste mês transações em bitcoin e ethereum por meio de seu aplicativo. A oferta do serviço será gradual no Brasil e vai atingir toda a base de 53 milhões de clientes em junho próximo. Será possível fazer transações com as criptomoeda a partir de R$ 1. Nesse projeto, a fintech fez parceria com a Paxos, que fornece infraestrutura blockchain para criptos, inclusive para o Mercado Livre, para atuar como corretora e custodiante. Além disso, a fintech anunciou que vai alocar cerca de 1% em bitcoins por meio do caixa da Nu Holdings, empresa que controla o Grupo Nubank. 
 

Segundo a empresa, haverá um trabalho de curadoria para acrescentar outras criptomoedas ao Nubank Cripto. “Não existem dúvidas que as criptomoedas são uma tendência crescente na América Latina. Temos acompanhado o mercado de perto e acreditamos que existe um potencial transformacional na região”, de acordo com David Velez, CEO e fundador do Nubank. Para ele, a experiência de transacionar criptoativos “é muito nichada”. Isso porque os clientes tem poucas informações sobre o assunto, o que causa receios, ou porque acham os sistemas de entrada complexos. A fintech postou no seu blog uma série de informações sobre o assunto.

O banco digital diz que a experiência de transacionar criptomoedas Nubank Cripto será simples e intuitiva. Plataformas de cripto que estão chegando ao Brasil têm feito promessas similares. Há um consenso no mercado de que falta informações para os potenciais investidores e usuários, assim como experiências para os clientes mais amigáveis.

Até então, os clientes do Nubank poderiam comprar cotas de fundos e de fundos de índice negociados em bolsa (ETFs) de criptomoedas na plataforma NuInvest. Agora, também poderão fazer isso pelo aplicativo.

De acordo com estudo da Binance e TripleA, o Brasil é o quinto maior mercado de pessoas com criptos. São 10 milhões. Segundo a Chainalysis, o Brasil tem 25% dos mais de US$ 500 bilhões de transações na região. E a América Latina é hoje a que mais cresce na adoção de criptos. Um dos motivos é a perda de valor das moedas oficiais. 

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