Lumx Studios e Monnos participam de projeto de NFT da Ambev

NFTs para impulsionar funk e artistas.

O Lumx Studios, que recentemente fechou acordo com a Meta para desenvolver tokens não-fungíveis (NFTs) da edição brasileira do evento global da empresa Creator Week, anunciou que desenvolveu uma coleção para o projeto Beats Comunidade NFT, que envolve a Ambev e a ONG Voz das Comunidades e que tem o objetivo de impulsionar o funk no país, com uma ação que inclui ainda um fundo cripto A Monnos, aplicativo de negociação de criptomoedas, também está participando do projeto.

O Beats Comunidade NFT é uma coleção de 30 peças que já está à venda. É por meio deles que será possível investir no fundo para apoiar instituições que fomentem a cena do funk no país. A plataforma que a Lumx e a Monnos desenvolveram permite que a Ambev acompanhe o engajamento, entenda os desejos da comunidade e identifique oportunidades para engajar e realizar mais ações com os consumidores.

“A união de NFTs e música nos permite entrar em mercados diversos, unindo universos diferentes, fazendo com que artistas alcancem outros mercados e a gente ajude arte a ser vista como um investimento”, de acordo com Andressa Schiessl, gerente de Inovação do Beer Garage Ambev. O uso de blockchain é porque facilita a transparência e distribuição do valor arrecadado. A ONG Voz das Comunidades vai ajudar no direcionamento dos investimentos a organizações com compromisso cultural.

“Essa parceria com uma marca como Beats impulsiona cada vez mais o trabalho desenvolvido por nós nas comunidades do Rio de Janeiro e, também, dessas instituições envolvidas diariamente com o funk. O ineditismo da escolha de uma tecnologia para gerar recursos a essas organizações dá uma dimensão da importância dessa iniciativa”, afirmou Rene Silva, fundador da ONG Voz das Comunidades. A instituição surgiu em 2015, quando Rene tinha apenas 11 anos, a partir de um jornal para a comunidade Morro do Adeus, uma das 13 que formam o Complexo do Alemão. Assim, se tornou também um influenciador conhecido também fora do Brasil.

Para Thais Soares, diretora da marca Beats, a empresa espera construir Beats como uma marca culturalmente ativa. “Nossa missão é usar as alavancas de inovação da marca para somar ao movimento cultural. E encontramos nessa iniciativa um jeito único para fortalecer quem trabalha em prol do ritmo”, destaca.

Colecionáveis para a Meta

No projeto com a Meta, os colecionáveis foram resgatados pelos participantes que estiveram presentes tanto no evento físico como no online, que aconteceu na semana de 7 de novembro. “Nosso objetivo era fazer com que todos os participantes conseguissem viver a primeira experiência de resgate de um colecionável que simbolizava sua participação no Creator Week Brasil. Acreditamos que a tecnologia blockchain através de NFTs proporcionará para o setor de eventos uma nova forma de vivenciar e registrar presença,” diz Amanda Marques, CMO da Lumx Studios.

Além do Brasil, o evento aconteceu também na Índia (Deli), Indonésia (Bali), Reino Unido (Londres) e Estados Unidos (Los Angeles). Mais de 400 criadores de conteúdo de todos os tamanhos foram convidados para discutir os sucessos e desafios da área e quais oportunidades o mercado de conteúdo criativo terá no futuro. O evento abordou tópicos como a participação de criadores no desenvolvimento do metaverso e como podem se preparar para o próximo capítulo da internet. Além disso, abordou questões como uso do Reels para expandir a carreira e as comunidades.

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