Fuse, investidora da Hashdex, lança fundo de stablecoins

Fundo está atrelado a moedas com lastro em dólar.

A Fuse Capital, gestora de investimentos com foco em empresas de tecnologia, está lançando um fundo com lastro em moedas estáveis (stablecoins). Essas moedas têm lastro em algum ativo. No caso do Capital Wasabi DeFi Yield, será em stablecoins atreladas ao dólar. Isso diminui a volatidade do fundo em relação aos que seguem bitcoin e ethereum, por exemplo.

O empresa, que tem a Hashdex em seu portfolio de empresas em que investiu, diz que o objetivo é promover retorno de mais de 20% ao ano em dólar americano. O investimento mínimo é de US$ 100 mil.

“Com o Wasabi, primeiro fundo da categoria do Brasil, confirmamos nossa vocação de oferecer investimentos alternativos com foco em tecnologia que permitem aos nossos investidores acessar o potencial de valorização promovido pelas transformações tecnológicas em curso no mundo”, diz Dan Yamamura, sócio da Fuse. De acordo com ele, o fundo “já vem rodando há meses com resultados consistentes”, completa.  

“O funcionamento do Wasabi é muito semelhante à renda fixa ou a fundos high yield”, disse o gestor do fundo, Marcelo Weiskopf, que passou 18 anos na Fox Investimentos. Naquela empresa, foi portfolio manager da carteira global de moedas e renda fixa do principal fundo da casa, um hedge fund de alta performance.

“O Wasabi não é apenas o primeiro fundo da sua categoria no Brasil, mas também um dos primeiros do mundo com essa dinâmica”, afirmou. De acordo com Weiskopf, que vai operar de Miami, a Fuse vai usar soluções de finanças descentralizadas (DeFi) e metodologias próprias par a operar no segmento de altos resultados em cripto.

A administração do Wasabi é feita pela Atlas Fund Services LLC e a custódia é do Grupo Transfero, que temfoco em B2B. “A parceria da Transfero com a Fuse Capital nos posiciona como um player relevante no universo de fundos, tanto na parte de controladoria, como na parte de corretagem, além da realização de operações mais complexas dentro desse ecossistema de criptoativos, incluindo algumas que hoje ainda não são feitas no Brasil”, afirmou Carlos Eduardo Russo, CFO da Transfero. 

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