Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

Fan token do Corinthians começa a ser vendido hoje na Socios.com

Róger Guedes, do Corinthians, que agora tem fan token. Foto: Agência Corinthians.

A Socios.com começou a vender hoje (2), às 10h00, o fan token do Corinthians, o $SCCP. Na plataforma, o preço de abertura foi de 2 euros (cerca de R$ 13). Assim como acontece com outros fan tokens que a Socios.com lançou, quem compra terá direito, por exemplo, a promoções, recompensas e participação em pesquisas.

O time paulista terá 850 mil tokens na plataforma inicialmente. Iniciativas como a da Socios.com são uma nova forma de os clubes levantarem recursos e engajar os fãs. Outros times também já têm tokens, como Vasco e Atlético Mineiro.

Para comprar o token, o torcedor ou investidor deve primeiro comprar o token Chiliz (CHZ) numa bolsa de criptomoedas. A aquisição do $SCCP na Socios.com acontece pelo app da plataforma, onde se troca a CHZ por token do Corinthians.

Mercado Bitcoin faz acordo com Corinthians

O Mercado Bitcoin também venderá o token do Corinthians a partir deste mês. Além disso, a bolsa de criptomoedas fechou um acordo com o clube paulista para ações de educação financeira e criptomoedas e terá seu nome na camiseta do time. O acordo do logo na camiseta vai de setembro de 2021 a dezembro de 2022. Com isso, o Mercado Bitcoin bolsa busca visibilidade e receita entre os mais de 30 milhões de torcedores do clube paulista.  

“O universo cripto e o mundo do futebol viabilizam novos modelos de engajamento com a torcida e a geração de negócios rentáveis”, disse Reinaldo Rabelo, CEO do Mercado Bitcoin. “Estamos desbravando novas possibilidades de marketing e engajamento”, afirmou Duilio Monteiro Alves, presidente do Corinthians.

*Reportagem atualizada em 3/9/21 com o nome correto do jogador na foto.

3 Comentários

  1. Cláudia, esse cara aí é o Roger Guedes…. kkkkk 🙂
    Sobre a matéria em si, muito interessante ver como o assunto blockchain vai chegando ao mainstream sem precisar explicar os bit e bytes, assim como aconteceu com a Internet nos anos 90. A reportagem só falou de app, negociação de ativos e sua utilização. A infra que permite tudo isso passa a ser transparente, como deve mesmo ser.

    1. Tem razão, Renato. Retiramos a foto do site do Corinthians e o no que constava era outro :). E sim, agora, captar recursos de fãs fica mais transparente, portanto, quem compra tem mais recursos para cobrar por seus direitos. Obrigada!

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