CoinsPaid registra crescimento de 41,25% no número de pagamentos com criptomoedas

Pagamentos com criptomoedas estão mais comuns.

A CoinsPaid, uma processadora de pagamentos com criptomoedas, registrou um aumento expressivo no número e no valor de transações no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. O número cresceu 41,25% para 6,375 milhões e o valor aumentou 38% para 3,7 bilhões de euros. Em relação ao último trimestre de 2022, os crescimentos foram de 9,32% e de 14,32%, respectivamente. A disparada do preço das criptomoedas em 2023 pode ser a explicação para esse movimento, de acordo com a empresa.

De acordo com Ilya Shmakov, COO da CoinsPaid, a adoção das criptomoedas continua a crescer especialmente devido a uma maior aceitação também como forma de pagamento. A empresa foi fundada em 2014 e no dia 1º de abril somou, em todos esses anos, 23 bilhões em euros de criptomoedas processadas em sua plataforma. Cerca de 800 clientes usam seu serviço, que tem suporte para 20 criptomoedas.

“A CoinsPaid está acompanhando um crescimento consistente desde o ano passado e que se confirma também neste trimestre. Com uma possível recessão global e falência de alguns bancos tradicionais, cada vez mais pessoas estão adotando criptomoedas como um ativo seguro e impulsionado pela crescente dos últimos meses do bitcoin e outras moedas”, afirmou Shmakov.

Além disso, de acordo com relatório Prime Time for Real-Time publicado pela ACI Worldwide em 2022, dos 195 bilhões de transações de pagamentos em tempo real (PTRs) registrados em todo o mundo, o que significa um crescimento 63,2% nessa modalidade de pagamento  em relação a 2021, parte deve-se a popularização das carteiras digitais. E para Ilya, as criptomoedas podem ter um papel importante nesta modalidade de pagamento.

“Uma das vantagens das criptomoedas é que elas permitem pagamentos instantâneos em qualquer lugar do mundo com custos muito inferiores a taxas de remessas internacionais, o que se torna uma solução viável para muitas empresas que precisam negociar com fornecedores em outros países”, conclui.

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