Claudia Mancini
é jornalista e cientista política, especializada em negócios, blockchain e economia digital

BTG lança fundo com exposição de 20% à cripto Ether

Fundo em ether é nova aposta do BTG em cripto. Foto: Peter Patal, Unsplash.

O BTG Pactual, primeiro banco do país a oferecer criptoativos para clientes, lançou hoje (7) o fundo BTG Pactual Reference Ethereum 20, com exposição de 20% à cripto Ether (ETH). A moeda digital é a segunda maior em valor de mercado.

Fora a parte à cripto ETH, a maior parte do novo fundo do BTG, ou seja, os outros 80%, está exposta a renda fixa. Nesse tipo de investimento, o rendimento é previsível, ou seja, é fixado previamente ou segue algum indices.

É, portanto, o inverso das cotações de criptomoedas, já que é mais previsível e menos volátil. A aplicação mínima é de R$ 100 e a taxa de administração é de de 0,5% ao ano. Não há taxa de performance.

O BTG já tem dois fundos com exposição a bitcoin – um com 20% e outro com 100%. E uma plataforma de negociações de criptos, a Mynt. Além disso, lançou o token imobiliário ReitBZ, ou seja, com ganhos atrelados a imóveis. Mas esse só pode ofertar no exterior, por conta da regulação no Brasil.

De acordo com Portilho, as pessoas estão acostumadas a investir em imóveis “diretamente ou por meio de um veículo. Isso é fácil de explicar e já fazíamos operações com imóveis recuperados”.

O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina e inovou no setor ao oferecer cripto. Depois deles, outros bancos, como o Banco do Brasil e o Itaú, ofereceram aos clientes fundos de índices (ETFs) em criptomoedas. São investimentos da Hashdex e da QR Assets e que os bancos distribuíram.

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