Bitcoin tem rápida alta para mais um recorde e despenca logo depois

Bitcoin chegou a US$ 69 mil após divulgação de dados de inflação nos EUA.

Bitcoin voltou a atingir seu preço mais alto na história da criptomoeda nesta quarta-feira (10), pouco mais de 24 horas após o recorde de ontem. A cotação chegou à faixa de US$ 69 mil. O anterior foi de US$ 68,5 mil. Porém, depois de uma rápida alta e de ficar por cerca de duas horas nesse patamar, o preço despencou e estava em US$ 64,9 mil por volta de 22h00.

Analistas nos Estados Unidos (EUA) afirmaram que o aumento teria relação com informações do governo do país de que a inflação em outubro atingiu níveis altos. As taxas de inflação estão, inclusive, no nível daquelas do início dos anos 90.

Com isso, investidores estariam comprando bitcoin para se proteger da inflação. Pela manhã, o preço teria subido com a informação sobre inflação nos EUA e depois caído porque detentores da criptomoeda venderam para realizar lucro.

De acordo com a empresa de análises Glassnode, os detentores de bitcoin de longo prazo (LTH na sigla em inglês) estão distribuindo apenas uma pequena fração do que têm em mãos. Isso, segundo ela, é o que aconteceu em outros ciclos de alta.

A empresa afirma que as atividades na rede bitcoin estão muito pouco acima dos níveis registrados em épocas de mercado em alta. Além disso, os saldos de bitcoin das corretoras de criptomoedas continuam a diminuir e a atividade dos mineradores da moeda na rede e a receita em dólar estão perto de novas altas. Portanto, para a Glassnode, a perspectiva é de alta, afirmou em seu boletim semanal, que divulgou ontem (8).

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