Binance lança novo curso de blockchain com recompensa em criptomoedas

Curso da Binance segue modelo de jogos play to earn.

A Binance, maior bolsa de criptomoedas do mundo, está lançando mais um curso sobre blockchain em que quem finalizar as tarefas, poderá ter recompensa em moedas digitais. O desconhecimento sobre criptomoedas é uma das barreias de entrada no segmento. Por isso, especialistas e o mercado sempre aponta educação como um ponto crucial para um crescimento maior e contínuo do setor.

O conteúdo do curso da Binance faz parte do programa Learn and Earn e é gratuito. E essa estratégia de marketing está dentro do plano da empresa de ampliar sua atuação no Brasil. Para ter as recompensas, é preciso ter uma conta na Binance. As tarefas que podem gerar recompensas em criptomoedas incluem, por exemplo, ler artigos e assistir a vídeos.

“Os criptoativos estão mudando o mundo. Já vimos o GameFi, em que as pessoas ganham participando de games. Agora, criamos o Binance EduFi”, diz Changpeng Zhao (CZ), CEO da Binance. CZ anunciou recentemente a compra de uma plataforma de investimentos tradicionais, a Sim;paul. De acordo com o que falou na conferência Ethereum Rio, há duas semanas, vai fazer mais aquisições. E que está disposto a seguir a regulamentação, que espera também influenciar.

O braço da Binance para curso é a Binance Academy e existe desde 2018, quando as criptomoedas eram ainda mais nicho do que são hoje. Os temas dos cursos vão de blockchain a trading.

“Queremos trabalhar com os reguladores”

No Ethereum Rio, CZ disse ainda querer que a Binance passe dos atuais 100 para 5 mil funcionários. Porém, não disse em quanto tempo. Só que indicou que esse plano inclui enfrentar menos problemas regulatórios no Brasil. Assim, afirmou que estava há quase uma semana no país e que tinha se encontrado com autoridades e reguladores. Um deles foi com o Banco Central e outro com o governador de São Paulo, João Doria.

“Queremos trabalhar com os reguladores em como fazer o setor crescer de maneira sustentável”, disse ele. Em julho de 2020, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou que a empresa parasse de oferecer a clientes do país derivativos de criptomoedas por não ter autorização local para isso.

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