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Projeto Didi, de identidade digital auto-soberana, cria mais projetos na Argentina

Programa de capacitação de identidade auto-soberana do Didi. Foto: Projeto Didi.

O Projeto DIDI, uma iniciativa na Argentina para criação de identidade auto-soberana, vai implantar duas ações sobre blockchain: uma vinculada à gestão digital do governo da província de Missões e no município de General Pueyrredon (Mar del Plata), e outra de inclusão financeira com produtores rurais e comunidades da região do Gran Chaco. O Didi tem apoio de instituições como o laboratório de inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID Lab), Accenture, Nec e da ONG Bitcoin Argentina,

O BID Lab vai financiar os dosi projetos na fase inicial, prevista para durar doze meses. “De acordo com o Didi, o projeto de Missões será em parceria com a govtech OS City. Já a com os produtores rurais será com a Associação Cultural para o Desenvolvimento Integral (ACDI). A identidade auto-soberana sobre blockchain permite um gerenciamento seguro e privado de dados pessoais. Assim como uma redução de custos de transação e verificação da informação, disse o director do Projeto DIDI, Javier Madariaga.

Na iniciativa com a OS City, em Missões, o objetivo é melhorar a gestão de certificados e credenciais. A província aprovou, há alguns dias, uma lei que permite o uso de blockchain na gestão pública. Com isso, se tornou a primeira a ter uma lei desse tipo. Segundo o ministro da Fazenda, Adolfo Sabrán, a ordem em missões é que todos os órgãos da província avancem na adoção de blockchain. O primeiro passo é esse proejto de identidade digital, que usa a rede LACChain, que é ethereum, e aplicativos criados pelo Didi e que também são de código aberto.

Já a ação com a ACDI será para implantar um sistema de reputação de crédito com base na tecnologia do aplicativo ai-di. Esse sistema permite inserir credenciais verificáveis de aplicação de práticas de resiliencia climatica. Portanto, p produto poderá apresentar seu risco climático a instituições fiannceiras e comércio, para ter melhores formatos de fianciamento.

No ano passado, o Didi apresentou seu aplicativo ai·di, uma espécie de carteira de documentos digital. Portanto, é psosível inserir nela dados econômicos, civis e sociais. E neste ano houve um projeto piloto de inclusão financeira para não bancarizados no bairro Padre Carlos Mugica, em Buenos Aires. O Didi construiu uma reputação de crédito como parte da identidade digital das pessoas. Mais de 450 empreendedores que receberon microcréditos do Programa Semillas utilizam o aplicativo.

De acordo com Madariaga, os resultados do piloto foram positivos. Por isso, “decidimos apostar no crescimento da tecnologia e apoiar organizações nacionais que queira implementar casos de uso de identidade digital em blockchain”, completou. Assim surgiram os projetos com a OS City e a ACDI.

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