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Passageiros da Gol poderão compensar carbono de viagem com token da Moss

Gol vai oferecer a clientes token da Moss para compensação de carbono. Foto: Gol
Passageiros da Gol poderão fazer compensação de emissão de CO2 de viagem e parceria facilita compra do MC02 da Moss.

Passageiros da Gol poderão receber, a partir de sábado (5), o cálculo de carbono gerado em suas viagens. Assim, poderão fazer compensação de CO2 a emissão com tokens MCO2 da Moss, rastreado em blockchain. A indústria da aviação é uma das maiores emissoras de carbono do mundo. Por isso, sofre pressão para buscar soluções para esse problema.

Mas, nesse caso a Gol que pagará pelo token, ou seja, a conta da compensação com o MCO2 vai direto para o passageiro. Esse último é o modelo que as empresas geralmente adotam. Mesmo que depois repassem o custo em seus produtos e serviços.

Em 2019, as emissões de gases de efeito estufa pela Gol somaram 3,6 milhões de toneladas de CO2 equivalentes.

O recursos do token MCO2 financiam a preservação de áreas na Amazônia que, por sua vez, geram créditos de carbono. Segundo a Gol, a companhia é a primeira empresa do setor a oferecer a possibilidade de compensação de C02 das viagens.

Nessa primeira fase, o passageiro da Gol que escolher compensar carbono vai receber um e-mail de pós-venda com o cálculo da emissão de CO2 do trecho que vai voar. Com isso, vai ser direcionado para o site da Moss para comprar o MCO2. E a partir daí vai receber uma certificação digital com os detalhes de onde as emissões estão sendo compensadas.

Num voo entre Congonhas (São Paulo) e Santos Dumont (Rio de Janeiro), por exemplo, a viagem de um passageiro gera em média 34 kg de carbono. A compensação disso custaria cerca de R$ 10.

Gol vai perguntar se passageiro quer fazer compensação de CO2

Mas, a próxima fase da campanha vai permitir que o passageiro da Gol compense CO2 em outro projeto ambiental da Moss. É um projeto de reflorestamento que tem apoio da companhia aérea para produção de biocombustíveis.

“Os créditos de carbono são uma solução importante e transitória na descarbonização de nossa indústria. Porém, não é a única”, disse Pedro Scorza, comandante e assessor de projetos ambientais da GOL.

Luis Felipe Adaime, fundador e CEO da Moss, afirma que em um ano a empresa já destinou mais de US$ 13 milhões para projetos de conservação na Amazônia.

De acordo com a Gol, além da compensação de CO2, está investindo em outras ações para compensar a geração de carbono. Uma delas está relacionada ao desenvolvimento de biocombustíveis. Além de implantar mudanças operacionais que buscam mais eficiência. A empresa se comprometeu a ser carbono zero até 2050.

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