Mercado de Criptomoedas por TradingView

Controladora do Mercado Bitcoin compra gestora de recursos e distribuidora de fundos

Maioria dos investidores em criptomoedas aprende sozinho sobre o tema. Foto: Ahmad Ardity, Pixabay.

A 2TM, controladora do Mercado Bitcoin, comprou a gestora de recursos ParMais, além de se tornar sócia minoritária por dívida conversível do FIDD Group, que faz administração, controladoria, custódia e distribuição de fundos.

O 2TM está criando um grupo de empresas que devem ajudar umas às outras a crescer. As empresas do grupo têm 2,7 milhões. Além do Mercado Bitcoin, o grupo tem, por exemplo, a Blockchain Academy. E também criou a plataforma de crowdfunding Clearbook.

De acordo com Gustavo Chamati, que fundou o Mercado Bitcoin e é membro do conselho de administração da 2TM, a ideia é usar blockchain como infraestrutura do mercado financeiro. Dessa forma, o grupo vai ampliar e diversificar sua atuação.

A ParMais diz ter cerca de R$ 600 milhões em ativos sob gestão e 1,5 mil clientes. A empresa foi fundada em 2011 e está em Florianópolis. Mas, Chamati estima que a empresa vai aumentar em 10 vezes os recursos sob gestão em três anos com a tecnologia e o alcance das ofertas da gestora.

Mercado Bitcoin quer atuar em mercado tradicional

A CEO da ParMais, Annalisa Dal Zotto, afirmou que a empresa já tinha uma parceria com 2TM. O fundador da empresa é Renan Dal Zotto, técnico da seleção brasileira masculina de vôlei.

Já com a FIDD, a ideia do 2TM é que os clientes do Mercado Bitcoin possam ter investimentos em criptomoedas e em investimentos tradicionais na mesma carteira.

O 2TM disse que tem direito de aumentar a participação na FIDD em dois anos. A FIDD diz que o percentual que o grupo terá não significará troca de controle dos atuais sócios.

De acordo com Pedro Salmeron, CEO do FIDD, com a parceira, o grupo entra em criptomoativos. Além disso, ambas estão relacionadas à Bitrust, do 2TM.

A empresa é uma custodiante de criptoativos que aguarda autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Assim, poderá ser a primeira custodiante regulada de criptoativos do país.

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