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Banco e empresa de agronegócio do Equador aderem à blockchain para controle de qualidade de dados

Duas das maiores empresas do Equador – a El Ordeño, do agronegócio, e o Banco Guayaquil – , anunciaram a adoção de blockchain para estabelecer redes de controle de qualidade de dados. Os dois projetos são feitos com a IBM, que usa Hyperledger.

Os dois projetos chamam a atenção porque mostram um movimento positivo das empresas no país, que em geral não é apontado como um dos líderes no uso de blockchain para empresas na América Latina. Brasil e Colômbia estão entre os mercados de maior interesse das empresas fornecedoras de serviços dessa tecnologia.

A El Ordenõ capta leite de mais de 6 mil pequenos e médios produtores, que passa por um processo industrial e depois é distribuído para o varejo. A empresa vai usar blockchain na linha TRÜ, que têm um código QR na embalagem. Ao acessar o código com celular, o consumidor vai obter dados do produtor até as prateleiras dos mercados. A empresa vai colocar e gerenciar as informações pelo IBM Food Trust, rede de blockchain para rastreamento de alimentos que tem outras empresas como Carrefour – inclusive no Brasil – e Walmart.

No Banco Guayaquil, a tecnologia será usada gerenciar trocas de pontos acumulados pelos clientes, por recompensas como voos, hotéis e compras de produtos. Segundo o banco, isso permite registrar tanto o acumulo, quanto o uso dos pontos em tempo real e de forma confiável. As empresas que fornecem os produtos trocados pelos pontos são nós da rede, por exemplo.

A El Ordeño, assim como outros empresas que tomaram o mesmo caminho em blockchain, afirma que a tecnologia atende à demanda crescente dos consumidores de garantia de sustentabilidade dos produtos que consomem.

Para o banco, o objetivo com a blockchain é reduzir fraudes, erros e custos, além de acelerar o processo de troca de pontos.

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